O celular de Heidegger – comunicação ubíqua e distância existencial
O celular é elemento identitário indispensável na sociedade contemporânea ou fator de alienação e de inautenticidade existencial? Partindo da análise heideggeriana da identidade humana em Ser e Tempo (primeira parte) e de uma revisão abrangente da literatura sobre comunicação móvel (segunda parte),...
| Autor: | |
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| Formato: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2011 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Matrizes (Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:revistas.usp.br:article/38242 |
| Acesso em linha: | https://www.revistas.usp.br/matrizes/article/view/38242 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | cell phone Heidegger identity authenticity ubiquitous communication celular identidade autenticidade comunicação ubíqua |
| Resumo: | O celular é elemento identitário indispensável na sociedade contemporânea ou fator de alienação e de inautenticidade existencial? Partindo da análise heideggeriana da identidade humana em Ser e Tempo (primeira parte) e de uma revisão abrangente da literatura sobre comunicação móvel (segunda parte), procura-se, na terceira parte do texto rejeitar posições maniqueístas, tanto as que condenam o celular enquanto instrumento de alienação, quanto as que o saúdam como objecto crucial de desenvolvimento social e económico. No final, esboça-se uma ética do celular a partir do conceito de distância existencial. |
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