Resolução de correferência pronominal no português do Brasil

Esse trabalho investiga a resolução de anáfora intrassentencial ambígua no Português Brasileiro (PB) por falantes do PB como L1. Carminati (2002) estudando o italiano, uma língua pro-drop, investigou se os pronomes nulos e plenos têm funções diferentes na língua. A autora postula que essas duas form...

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Detalhes bibliográficos
Autores: Fonseca, Maria Cristina Micelli, Guerreiro, Erlândio
Formato: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2012
País:Brasil
Recursos:Universidade Federal do Ceará (UFC)
Repositorio:Repositório Institucional da Universidade Federal do Ceará (UFC)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.ufc.br:riufc/19529
Acesso em linha:http://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/19529
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Anáfora
Processamento
Correferencia
Descrição
Resumo:Esse trabalho investiga a resolução de anáfora intrassentencial ambígua no Português Brasileiro (PB) por falantes do PB como L1. Carminati (2002) estudando o italiano, uma língua pro-drop, investigou se os pronomes nulos e plenos têm funções diferentes na língua. A autora postula que essas duas formas anafóricas são diferentes e estão sujeitas a restrições de processamento distintas. O presente trabalho objetivou verificar se isso também acontece no PB, por ser também uma língua que admite pronomes plenos e nulos. Carminati (2002) tem como hipótese que esses diferem com respeito à escolha do antecedente em construções intrassentenciais. Os dados deste trabalho foram coletados em um grupo de 31 adultos brasileiros que moram em Fortaleza, CE. O experimento utilizou uma Tarefa de Produção Escrita, com um total de 24 itens experimentais. Resultados preliminares apontam que o PB apoia a estratégia da posição do antecedente (PAS), apresentando basicamente as mesmas restrições de processamento que o italiano.