“De Palanque”: as crônicas de Artur Azevedo no Diário de Notícias (1885/1886)
Neste trabalho estão transcritas integralmente, com ortografia atualizada, as crônicas publicadas por Artur Azevedo, sob o pseudônimo de Eloi, o herói, no periódico Diário de Notícias, do Rio de Janeiro, entre junho de 1885 e junho de 1886. Trata-se de uma seção intitulada “De palanque”, para a qual...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2010 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Estadual Paulista (UNESP) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UNESP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.unesp.br:11449/94025 |
| Acceso en línea: | http://hdl.handle.net/11449/94025 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Periódicos brasileiros Cronicas Literatura brasileira Artur Azevedo Brazilian periodicals Chronicles Brazilian Literature |
| Sumario: | Neste trabalho estão transcritas integralmente, com ortografia atualizada, as crônicas publicadas por Artur Azevedo, sob o pseudônimo de Eloi, o herói, no periódico Diário de Notícias, do Rio de Janeiro, entre junho de 1885 e junho de 1886. Trata-se de uma seção intitulada “De palanque”, para a qual o cronista apresentou um programa bastante genérico, abrangendo os assuntos comuns que agitavam a vida dos habitantes da capital do império, mas também os relacionados à vida artística. Teatro, literatura, música, pintura e escultura são temas bastante recorrentes nesses artigos. A Dissertação está estruturada em três capítulos: no primeiro, fazem-se algumas considerações sobre a produção intelectual de Artur Azevedo, enfatizando-se, porém, sua atuação enquanto crítico de jornais; apresenta-se também o perfil do Diário de Notícias e faz-se uma caracterização geral das crônicas, destacando-se os temas abordados, o processo de elaboração formal, bem como os recursos de comicidade e riso utilizados pelo autor. Devido à grande quantidade de textos nos quais o jornalista comentou sobre o teatro, o segundo capítulo é inteiramente dedicado a essa manifestação artística. Nele, apresenta-se um breve esboço de parte da história das companhias dramáticas, nacionais e estrangeiras, que ocupavam as oito principais casas de espetáculo da Corte; fazem-se algumas observações sobre a relação do cronista maranhense com o teatro amador, e ainda destacam-se os elementos utilizados em sua crítica teatral. No terceiro capítulo, estão contempladas a literatura, a música, a pintura e a escultura, de modo que nele se pode perceber a dinâmica de vários intelectuais, dentre eles o próprio Artur Azevedo, envolvidos na propagação dessas... |
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