Tomografia sísmica de tempos de primeira chegada pelo método do estado adjunto: limitações e estabilidade sob regularização convolucional

O cálculo do gradiente da função objetivo sempre foi a etapa mais custosa da tomografia sísmica de refração. Com a finalidade de reduzir este custo, o método do estado adjunto vem sendo estudado como uma alternativa aos métodos tradicionais de cálculo do gradiente, como o traçado de raios. Este méto...

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Detalhes bibliográficos
Autor: Sá, Renan Vargas de
Tipo de documento: dissertação
Estado:Versão publicada
Data de publicação:2016
País:Brasil
Recursos:Universidade Federal Fluminense (UFF)
Repositório:Repositório Institucional da Universidade Federal Fluminense (RIUFF)
Idioma:português
OAI Identifier:oai:app.uff.br:1/24228
Acesso em linha:http://app.uff.br/riuff/handle/1/24228
Access Level:Acceso aberto
Palavra-chave:tomografia
estado adjunto
refração
Refração sísmica
Método do estado adjunto
Tomografia sísmica de refração
tomography
adjoint-state
refraction
Descrição
Resumo:O cálculo do gradiente da função objetivo sempre foi a etapa mais custosa da tomografia sísmica de refração. Com a finalidade de reduzir este custo, o método do estado adjunto vem sendo estudado como uma alternativa aos métodos tradicionais de cálculo do gradiente, como o traçado de raios. Este método trata o cálculo do gradiente da função objetivo como uma otimização não linear, tornando o custo da obtenção do gradiente equivalente ao de mais uma solução do problema direto. Este método, porém, apresenta uma dificuldade quando se trata de regularização, uma vez que não é obtida a matriz de sensibilidade. Neste estudo realizou-se testes com técnicas de regularização convolucionais a fim de verificar a eficácia do método sob estes regularizadores. Foram realizadas tomografias de refração a partir de dados obtidos por meio de modelos sintéticos e os resultados foram analisados a fim de confirmar a estabilidade oferecida por estas técnicas de regularização