O habitar poético como tarefa : Heidegger e a questão da essência humana
Nossa proposta é a de incialmente iluminar a noção de habitar como a articulação do pensamento heideggeriano em torno à questão da essência humana, e de fazê-lo a partir do horizonte específico dos escritos tardios de Heidegger, aqueles entre as décadas de 50 e 60. O problema central consiste em inv...
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2016 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da PUC_RS |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:tede2.pucrs.br:tede/6597 |
| Acceso en línea: | http://tede2.pucrs.br/tede2/handle/tede/6597 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | METAFÍSICA GUMBRECHT, HANS ULRICH - CRÍTICA E INTERPRETAÇÃO HEIDEGGER, MARTIN - CRÍTICA E INTERPRETAÇÃO FILOSOFIA CIENCIAS HUMANAS::FILOSOFIA |
| Sumario: | Nossa proposta é a de incialmente iluminar a noção de habitar como a articulação do pensamento heideggeriano em torno à questão da essência humana, e de fazê-lo a partir do horizonte específico dos escritos tardios de Heidegger, aqueles entre as décadas de 50 e 60. O problema central consiste em investigar num plano essencialmente prático de reflexão o que significa propriamente habitar, isto é, levantar a questão quanto ao sentido e mesmo à possibilidade de uma realização efetiva do habitar a partir de nosso próprio cotidiano. Nosso percurso parte do diagnóstico heideggeriano quanto a uma condição imprópria do homem contemporâneo e segue em direção a uma leitura do habitar como a resolução para este problema enquanto caminho para a apropriação da essência humana. Junto à pergunta acerca do modo de alcançar essa condição apropriada a partir de nosso próprio cotidiano, a tese a ser defendida é a de que este caminho se encontra na experiência da arte enquanto experiência da verdade, momento em que devemos travar um profícuo diálogo com o pensamento estético de Hans Ulrich Gumbrecht e a sua noção de presença. Por fim, nossa hipótese de trabalho é a de que o habitar poético pode ser lido como uma tarefa a ser assumida individualmente, como um exercício incessante de procura pela apropriação de si. Ao fim de nosso percurso, a questão da essência humana deve alcançar um escopo mais largo a partir do reconhecimento do corpo como parte integrante de seu conteúdo semântico, bem como o habitar deve emergir como uma postura transformada na relação com o mundo, uma postura de serenidade em que o habitante simplesmente deixa que as coisas repousem em si mesmas. O habitar poético deve então ser articulado como a tarefa da apropriação da essência humana. |
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