Uma poética da cidade: vídeo, memória e performance em Arnaldo Antunes
Esta pesquisa teve como objetos de análise os vídeopoemas incluídos em Nome (2005) de Arnaldo Antunes. Para o desenvolvimento do trabalho nos detivemos em três videopoemas, Não tem que (0.54s), Agora (1.23s) e Pessoa (0.55s). Através deste estudo procuramos compreender quais as especificidades do ví...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2011 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UEPB |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:tede.bc.uepb.edu.br:tede/2589 |
| Acceso en línea: | http://tede.bc.uepb.edu.br/tede/jspui/handle/tede/2589 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Nome. Arnaldo Antunes. Vídeo. Semiótica. CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS |
| Sumario: | Esta pesquisa teve como objetos de análise os vídeopoemas incluídos em Nome (2005) de Arnaldo Antunes. Para o desenvolvimento do trabalho nos detivemos em três videopoemas, Não tem que (0.54s), Agora (1.23s) e Pessoa (0.55s). Através deste estudo procuramos compreender quais as especificidades do vídeo e as possibilidades do mesmo para a construção de obras de arte. Para isso, procuramos ancorados de saída numa teoria do vídeo, a história deste veículo e a multiplicidade comunicativa e artística que ele potencializa. Para análise dos poemas escolhidos, optamos por utilizar a semiótica de basepeirceana por ser uma metodologia capaz de uma abordagem privilegiada de objetos por natureza híbridos, como a videopoesia. Se num primeiro momento uma teoria do vídeo nos serviu de suporte, a cidade, como espaço de construção semiótica e a memória tal qual o vídeo a reconfigura, foram nossos temas de fundo, visto ser dois dos assuntos mais recorrentes na poesia do autor. |
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