A Territorialidade da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD) no bairro Restinga - Porto Alegre - RS

Este trabalho tem como tema central a territorialidade da Igreja Universal do Reino de Deus no bairro Restinga, na periferia de Porto Alegre. Esta pesquisa insere-se no contexto das mudanças ocorridas no cenário religioso brasileiro em que há um movimento crescente das igrejas evangélicas, especialm...

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Detalles Bibliográficos
Autor: Hamester, Diego
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2021
País:Brasil
Institución:Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
Repositorio:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRGS
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:www.lume.ufrgs.br:10183/226140
Acceso en línea:http://hdl.handle.net/10183/226140
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Geografia cultural
Geografia da religião
Territorialidade
Igreja Universal do Reino de Deus
Neopentecostalismo
Religião : Aspectos sociais
Territory
Power
Territoriality
Pentecostalism
IURD
Descripción
Sumario:Este trabalho tem como tema central a territorialidade da Igreja Universal do Reino de Deus no bairro Restinga, na periferia de Porto Alegre. Esta pesquisa insere-se no contexto das mudanças ocorridas no cenário religioso brasileiro em que há um movimento crescente das igrejas evangélicas, especialmente, as neopentecostais. No campo metodológico, o trabalho recebe aportes da Geografia da Cultural e da Geografia da Religião. Dentre as técnicas há observações e anotações de campo, entrevista e análise das redes sociais oficiais da IURD no Bairro Restinga. Parte-se de um problema de pesquisa que busca investigar como se articulam as ações dos fiéis na produção de territorialidades na disputa de valores e significados da sociedade em uma escala local. Observou-se que existe um padrão de ocupação territorial da IURD que é replicado internacionalmente e que busca passar uma imagem de consolidação institucional. A territorialidade da IURD no bairro Restinga é constituída pelos seus templos, mas, principalmente produzida pelas ações dos fiéis nos trabalhos sociais e de evangelização. Essas ações produzem territorialidades paradoxais, pois, ao passo que reproduzem a principal lógica da igreja, que é ganhar mais membros, conquistar mais territórios, para aumentar seu poder religioso-político- empresarial, também produz relações afetivas, de abrigo e de pertencimento, que acolhem o necessitado e faz bem para o voluntário.