Reconstituição paleogeográfica e paleoambiental no Taim : estudo dos furos de sondagem TA6 e TA7, na porção sul da Planície Costeira do Rio Grande do Sul
A micropaleontologia, em especial, a paleopalinologia, constitui-se em uma ótima ferramenta de trabalho para o entendimento do passado, à medida que visa reconstituir modificações paleoambientais, paleoclimáticas e paleogeográficas. Todavia, na Bacia de Pelotas, seu potencial ainda é pouco explorado...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2012 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRGS |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:www.lume.ufrgs.br:10183/78767 |
| Acceso en línea: | http://hdl.handle.net/10183/78767 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Geologia costeira Paleogeografia Paleoambiente Pelotas, Bacia sedimentar de (RS) |
| Sumario: | A micropaleontologia, em especial, a paleopalinologia, constitui-se em uma ótima ferramenta de trabalho para o entendimento do passado, à medida que visa reconstituir modificações paleoambientais, paleoclimáticas e paleogeográficas. Todavia, na Bacia de Pelotas, seu potencial ainda é pouco explorado. Este trabalho apresenta resultados fundamentados na análise de amostras dos furos de sondagem TA6 e TA7, coletados na parte sul da Planície Costeira do Rio Grande do Sul, na região da Reserva Ecológica do Taim. Palinomorfos de origem continental (esporos e grãos de pólen) e marinha (principalmente dinoflagelados, palinoforaminíferos e microalgas), além de fitoclastos e matéria orgânica amorfa foram recuperados em vinte e quatro (24) amostras destes furos. As relações quantitativas e qualitativas entre esses grupos palinológicos permitiram a interpretação de mudanças ambientais e paleogeográficas vinculadas a variações do nível do mar ocorridas no Holoceno Médio e Tardio (últimos 7 cal ka). As interpretações apresentadas indicam que a área estudada esteve inundada por águas lagunares-estuarinas há cerca de 6,8 – 6,6 cal ka AP, em consequência do nível de mar mais alto da Última Grande Transgressão. Após este tempo ocorreu o fechamento da desembocadura da Lagoa Mirim no Oceano Atlântico, através da formação justaposta de cordões litorâneos regressivos, relacionado à fase de construção regressiva da barreira holocênica, na região da área de estudo. |
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