SOBRE JUSTIÇA E NOMINALISMO
Trata-se de mostrar que a questão da justiça pode ser discutida com base em uma perspectiva nominalista. O nominalismo em jogo aqui é aquele que David Hume nos apresenta, e que não deve ser igualado a “individualismo”, tal como vemos em Michel Villey. O propósito central deste artigo é distinguir es...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2018 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho" (UNESP) |
| Repositorio: | Kínesis (Marília) - Revista de Estudos dos Pós-Graduandos em Filosofia |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs.www2.marilia.unesp.br:article/7723 |
| Acceso en línea: | https://revistas.marilia.unesp.br/index.php/kinesis/article/view/7723 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Justiça Direito Hume Nominalismo Política |
| Sumario: | Trata-se de mostrar que a questão da justiça pode ser discutida com base em uma perspectiva nominalista. O nominalismo em jogo aqui é aquele que David Hume nos apresenta, e que não deve ser igualado a “individualismo”, tal como vemos em Michel Villey. O propósito central deste artigo é distinguir essas duas perspectivas, opondo o nominalismo de Hume à interpretação que Villey fornece deste termo. O quadro teórico aberto pelo nominalismo de Hume permite traçar uma noção de justiça centrada na relação entre os homens, distinta ainda daquela que Kelsen apresenta em O problema da justiça. Por meio da distinção conceitual entre nominalismo e individualismo, e em seguida por meio do contraponto a esta abordagem de Kelsen para o problema da justiça, é possível apontar o interesse de uma perspectiva nominalista para a reflexão sobre a justiça. |
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