Distribuição dos diâmetros dos troncos das espécies mais importantes do cerrado na Estação Florestal de Experimentacão de Paraopeba (EFLEX)-MG

Este estudo foi realizado no cerrado (sensu stricto) da Estação Florestal de Experimentação de Paraopeba-MO, pertencente ao Instituto Brasileiro de Desenvolvimento Florestal (IBDF). Para o levantamento florístico utilizou-se o método de quadrantes, incluindo-se os indivíduos com diâmetro mínimao do...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Silva Júnior, Manoel Cláudio da, Silva, Alexandre Francisco da
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:1988
País:Brasil
Institución:Universidade de Brasília (UnB)
Repositorio:Repositório Institucional da UnB
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.unb.br:10482/10467
Acceso en línea:http://repositorio.unb.br/handle/10482/10467
http://dx.doi.org/10.1590/S0102-33061988000100006
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Cerrados - Paraopeba (MG)
Descripción
Sumario:Este estudo foi realizado no cerrado (sensu stricto) da Estação Florestal de Experimentação de Paraopeba-MO, pertencente ao Instituto Brasileiro de Desenvolvimento Florestal (IBDF). Para o levantamento florístico utilizou-se o método de quadrantes, incluindo-se os indivíduos com diâmetro mínimao do tronco de 5cm ao nível do solo. Foram alocados 25 pontos de amostragem em cada uma das 20 áreas selecionadas pela homogeneidade fisionômica. A distribuição dos diâmetros dos 2.000 indivíduos amostrados apresentou-se não balanceada, indicando uma grande representação (66,55%) na menor classe de diâmetro (5-1Ocm), podendo isto ser devido ao restabelecimento das populações na área após o desmatamento ocorrido em 1952. Esta hipótese sugere que 30 anos seria um prazo insuficiente para o estabelecimento da rotação de corte naquele cerrado. Levantaram-se a situação atual e as hipóteses quanto aos prováveis problemas enfrentados para o estabelecimento de algumas das populações que mais se destacaram pelo índice do valor de importância (IVI) e pelo número mínimo de indivíduos amostrados (n=50): Qualea parviflora Mart., Byrsonima crassa Nied., Qualea grandiflora Mart., Eryth-roxylum suberosum St. Hill., Eugenia dysenterica D.C., Kielmeyera grandiflora (Wawra) Saddi, Dimorphandra mol/is Benth., Curatel/a americana L., Terminalia argentea Mart., Annona crassiflora Mart., Machaerium opacum Vog. Concluiu-se que a atividade de extração de minhocuçus na Estação tem contribuído negativamente para o estabelecimento de novos indivíduos na área e, para a recuperação das populações, recomenda-se o plantio de mudas produzidas na própria EFLEX. Para o sucesso de qualquer medida com este objetivo e essencial uma efetiva fiscalização da área. _______________________________________________________________________________ ABSTRACT