[en] REPETITION IN PRESTIGE S SCHOOLS: AMOUNT, WHEN AND HOW THEY HAPPEN?

[pt] Esta pesquisa estudou o fenômeno da repetência em um contexto pouco pesquisado– colégios de prestígio e camadas médias e altas. Apoiada em Revel (1998), assumi como estratégia para o estudo o jogo de escalas. O trabalho se divide em quatro partes que, em escalas diferentes, buscam analisar o fe...

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Detalhes bibliográficos
Autor: DIANA DA VEIGA MANDELERT
Formato: tesis doctoral
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2019
País:Brasil
Recursos:Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RIO)
Repositorio:Repositório Institucional da PUC-RIO (Projeto Maxwell)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:MAXWELL.puc-rio.br:38080
Acesso em linha:https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=38080&idi=1
https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=38080&idi=2
http://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.38080
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:[pt] ESCOLAS DE PRESTIGIO
[pt] CAMADAS MEDIAS E ALTAS
[pt] REPROVACAO
[pt] PEDAGOGIA DA REPETENCIA
[pt] CAPITAL CULTURAL
[en] TOP SCHOOLS
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description [pt] Esta pesquisa estudou o fenômeno da repetência em um contexto pouco pesquisado– colégios de prestígio e camadas médias e altas. Apoiada em Revel (1998), assumi como estratégia para o estudo o jogo de escalas. O trabalho se divide em quatro partes que, em escalas diferentes, buscam analisar o fenômeno: na sua magnitude e no processo concreto de reprovação. A primeira parte com os dados do PISA de 2006 realizei uma comparação do risco de atraso escolar no Brasil com outros três países: o México, a Argentina e a Colômbia, considerando o nível socioeconômico e a dependência administrativa da escola, controlando os resultados pelo desempenho dos estudantes em leitura. Vi que o risco de defasagem é muito maior no Brasil do que nos outros países mesmo entre os alunos das camadas mais altas. Na segunda parte construí um panorama do fluxo escolar em 15 escolas entre as de maior pontuação pelo ranqueamento feito pelo Enem. Constatei que todas as escolas reprovam seus alunos, mas que existem diferentes padrões de reprovação. Na terceira parte do trabalho analisei a entrada e a saída dos alunos ao longo dos 11 anos necessários para a formatura de uma geração em duas escolas de prestígio, fiz o que chamei de ciclo de série. Observei que os níveis de reprovação têm dois pontos altos: na sexta e na sétima série, e no primeiro ano do ensino médio, praticamente inexiste a reprovação no primeiro segmento do ensino fundamental. Para cada dez alunos que entram nessas escolas apenas três se formam sem reprovações. A última parte do trabalho foi a observação dos conselhos de classe de uma das escolas pesquisadas anteriormente. A enturmação das turmas e a manutenção das médias em zona de corte favoreceram a possibilidade de reprovar os alunos. No momento da avaliação final destaca-se a importância de um tipo específico de envolvimento familiar e a melhor adequação dos alunos das camadas médias no projeto de escolas de prestígio.
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A primeira parte com os dados do PISA de 2006 realizei uma comparação do risco de atraso escolar no Brasil com outros três países: o México, a Argentina e a Colômbia, considerando o nível socioeconômico e a dependência administrativa da escola, controlando os resultados pelo desempenho dos estudantes em leitura. Vi que o risco de defasagem é muito maior no Brasil do que nos outros países mesmo entre os alunos das camadas mais altas. Na segunda parte construí um panorama do fluxo escolar em 15 escolas entre as de maior pontuação pelo ranqueamento feito pelo Enem. Constatei que todas as escolas reprovam seus alunos, mas que existem diferentes padrões de reprovação. Na terceira parte do trabalho analisei a entrada e a saída dos alunos ao longo dos 11 anos necessários para a formatura de uma geração em duas escolas de prestígio, fiz o que chamei de ciclo de série. Observei que os níveis de reprovação têm dois pontos altos: na sexta e na sétima série, e no primeiro ano do ensino médio, praticamente inexiste a reprovação no primeiro segmento do ensino fundamental. Para cada dez alunos que entram nessas escolas apenas três se formam sem reprovações. A última parte do trabalho foi a observação dos conselhos de classe de uma das escolas pesquisadas anteriormente. A enturmação das turmas e a manutenção das médias em zona de corte favoreceram a possibilidade de reprovar os alunos. No momento da avaliação final destaca-se a importância de um tipo específico de envolvimento familiar e a melhor adequação dos alunos das camadas médias no projeto de escolas de prestígio.[en] This dissertation analyzed the phenomenon of school failure in the light of an under-studied context: that of prestigious schools and middle to upper and classes. Based upon Revel (1998), we adopted the game of scales as our analytical strategy. The dissertation is divided into four parts which, in different measures, endeavor to study this phenomenon both in its magnitude and in the concrete process of school failure, by means of a microanalysis. Beginning with the PISA 2006 data, we compared the risk of being held back on probation in school in Brazil with that of three other countries: Mexico, Argentina and Colombia, considering their socioeconomic status and the schools management dependencies, using the students reading performance as a control measure. We found that the risk of probation holdup is much higher in Brazil than in other countries, even among students from high income social classes. In the second part of this study we charted the school attendance flux in 15 schools amongst those of highest standing in the Enem ranking. We found that all schools fail their students, but that there are different failure standards. In the third part of this study we sought to understand the entry and exit of students throughout the 11 years required for one generation to graduate by examining two prestigious schools, and establishing what we named a Cycle series. We observed that school failure levels reach their three critical moments in the 6th and 7th grades, and that for the junior (1st) year of high school, they are practically nonexistent in the first segment of basic education. For every ten students entering these schools, only three graduate without ever failing a grade. The last part of this study was the observation of student evaluation board meetings in the previously surveyed schools. Class composition and maintenance in the cutoff section favored the possibility of failing students. Our final evaluation highlights the importance of a specific sort of family involvement and how middleincome students tend to fit in better with these prestigious schools projects.MAXWELLZAIA BRANDAO2019-05-20info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesishttps://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=38080&idi=1https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=38080&idi=2http://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.38080porreponame:Repositório Institucional da PUC-RIO (Projeto Maxwell)instname:Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RIO)instacron:PUC_RIOinfo:eu-repo/semantics/openAccessDIANA DA VEIGA MANDELERT2019-05-20T00:00:00Zoai:MAXWELL.puc-rio.br:38080Repositório InstitucionalPRIhttps://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/ibict.phpopendoar:5342019-05-20T00:00Repositório Institucional da PUC-RIO (Projeto Maxwell) - Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RIO)false
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