Gestão Estratégica de Pessoas nas Empresas Petroquímicas de Camaçari – Bahia: Seus Reflexos nas Estratégias de Atração, Retenção e Desenvolvimento de Profissionais *

Esta pesquisa investigou estratégias e práticas que as empresas petroquímicas de Camaçari, diante das transformações ocorridas no pólo, vêm utilizando para atrair, reter e desenvolver profissionais. Os sujeitos envolvidos são diretores, gerentes e/ou coordenadores de RH, tempo mínimo de 10 e máximo...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Leite, Nildes Pitombo, de Albuquerque, Lindolfo Galvão
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2012
País:Brasil
Institución:Revista Ibero-Americana de Estratégia (RIAE)
Repositorio:Revista Ibero Americana de Estratégia - RIAE
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:https://periodicos.uninove.br:article/15098
Acceso en línea:https://periodicos.uninove.br/riae/article/view/15098
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Gestão Estratégica de Pessoas; Estratégias de Atração, Retenção e Desenvolvimento; Empresas Petroquímicas.
Petrochemical Companies; Strategic Management of People; Strategies for Attracting; Retaining and Developing.
Estrategias de Atracción; Gestión Estratégica de Personas; Petroquímica Organizaciones; Retención y Desarrollo.
Descripción
Sumario:Esta pesquisa investigou estratégias e práticas que as empresas petroquímicas de Camaçari, diante das transformações ocorridas no pólo, vêm utilizando para atrair, reter e desenvolver profissionais. Os sujeitos envolvidos são diretores, gerentes e/ou coordenadores de RH, tempo mínimo de 10 e máximo de 32 anos, dois entrevistados por empresa, totalizando vinte e uma empresas. As mudanças realizadas não são, necessariamente, computadas a partir da trajetória de diversificação: Pólo Petroquímico/Complexo Industrial de Camaçari. As fusões estão entre as principais responsáveis. Consolida-se a premissa de que tal investigação encerra aspecto inovador e contributivo para: área de gestão de pessoas, setor petroquímico e o país.DOI:10.5585/riae.v11i3.1847