Adolescência, grupo e bullying: conversações psicanalíticas com estudantes em uma escola pública de Belo Horizonte
O presente trabalho pretende investigar, a partir de uma perspectiva psicanalítica e da teoria social, a relação entre os processos de formação de grupos na escola e as práticas de bullying. Considerou-se a percepção dos adolescentes que frequentam o Ensino Médio numa instituição pública de ensino e...
| Autor: | |
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| Tipo de documento: | dissertação |
| Estado: | Versão publicada |
| Data de publicação: | 2023 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) |
| Repositório: | Repositório Institucional da UFMG |
| Idioma: | português |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.ufmg.br:1843/78284 |
| Acesso em linha: | http://hdl.handle.net/1843/78284 |
| Access Level: | Acceso aberto |
| Palavra-chave: | Educação Bullying Violência escolar Psicanálise Psicanálise e educação Psicanálise de grupo Adolescentes e violência Adolescência Bullying nas escolas Psicanálise do adolescente Psicologia escola |
| Resumo: | O presente trabalho pretende investigar, a partir de uma perspectiva psicanalítica e da teoria social, a relação entre os processos de formação de grupos na escola e as práticas de bullying. Considerou-se a percepção dos adolescentes que frequentam o Ensino Médio numa instituição pública de ensino em Belo Horizonte, participantes das rodas de conversa. Buscou-se ainda propor estratégias de intervenção com esses estudantes, para prevenção e enfrentamento às práticas de discriminação e violência na escola, com intuito de fortalecer os laços sociais entre esses jovens. Para realização da pesquisa de campo, utilizou-se como metodologia a conversação, dispositivo de intervenção psicanalítica aplicada, em encontros que proporcionaram espaços de escuta e fala para associação livre coletivizada, assim como a circulação de saberes entre esses sujeitos. O percurso teórico e as intervenções realizadas permitiram compreender melhor os fundamentos acerca do comportamento agressivo e intimidador, além de aspectos mais específicos relacionados ao grupo, desdobramentos e prejuízos dessas práticas de violência. Ressaltaram ainda a importância da escola nos processos de constituição dos sujeitos, assim como a necessidade de fortalecimento de laços e atenção à saúde mental no contexto educativo. |
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