A poética da simplicidade: os menores contos de Luiz Vilela

Estudo da técnica de narrativa empregada por Luiz Vilela na construção de contos de pequena extensão. Narrativa curta por excelência, o conto é uma modalidade que prima pela concisão e brevidade. Em contos de curta extensão, a noção de brevidade e concisão é levada ao extremo, exigindo do escritor u...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Camargo, Áureo Joaquim
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2009
País:Brasil
Institución:Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS)
Repositorio:Repositório Institucional da UFMS
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.ufms.br:123456789/1104
Acceso en línea:https://repositorio.ufms.br/handle/123456789/1104
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Narrativa
Luiz Vilela
Concisão
Exatidão
Poética
Técnica de Narrativa
Contos Breves
Concisão Narrativa
Narrativa Curta
Literatura Brasileira
Silêncio Narrativo
Escritores Mineiros
Análise Literária
Descripción
Sumario:Estudo da técnica de narrativa empregada por Luiz Vilela na construção de contos de pequena extensão. Narrativa curta por excelência, o conto é uma modalidade que prima pela concisão e brevidade. Em contos de curta extensão, a noção de brevidade e concisão é levada ao extremo, exigindo do escritor uma noção exata desse tipo de produção. Ao analisar como se dá o processo de concisão e brevidade nos menores contos do escritor mineiro, por meio das considerações de Italo Calvino, Leyla Perrone-Moisés, Julio Cortázar e Ricardo Piglia, discute-se, também, a relação entre a simplicidade e o não dito em oito contos selecionados: “Lembrança”; “A única alegria”; “Dois homens”; “Em dezembro”; “Ao nascer do dia”; “As formigas”; “Deus sabe o que faz” e “Ninguém”.