Estudo da qualidade do sedimento através de teste de toxicidade e marcadores de esgoto na Enseada de Ubatuba-SP, Brasil. Influência do aumento da população de veraneio

Este estudo teve como objetivo avaliar a toxicidade do sedimento da Enseada de Ubatuba através de testes de toxicidade, utilizando-se fase aquosa e sedimento total antes e depois do aumento da população de veraneio e a contaminação por esgoto urbano. Realizaram-se testes de toxicidade com a água int...

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Detalhes bibliográficos
Autor: Oliveira, Luis Fabiano Joaquim de
Formato: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2009
País:Brasil
Recursos:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:teses.usp.br:tde-13052010-093024
Acesso em linha:http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/21/21131/tde-13052010-093024/
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Enseada de Ubatuba
Esteróis Fecais
faecal steroids
sediment
Sedimento
Teste de Toxicidade
toxicity tests
Ubatuba small Bay
Descrição
Resumo:Este estudo teve como objetivo avaliar a toxicidade do sedimento da Enseada de Ubatuba através de testes de toxicidade, utilizando-se fase aquosa e sedimento total antes e depois do aumento da população de veraneio e a contaminação por esgoto urbano. Realizaram-se testes de toxicidade com a água intersticial e interface água/sedimento e larvas de L. variegatus. No testes com sedimento total utilizou-se anfípodo T. viscana. Utilizaram-se as análises de esteróis fecais para verificar a contaminação por esgoto. Foram coletadas em 17 estações. Uma estação do canto direito da Praia do Itaguá foi a única que obteve toxicidade nos três testes na campanha após o aumento da população de veraneio. Para os testes com a fase aquosa, uma estação próxima ao Instituto de Pesca e duas na Praia do Perequê-Açú foram tóxicas nas duas campanhas. Apresentaram contaminação por esgoto e toxicidade para os testes de fase aquosa três estações do canto direito da Praia do Itaguá, uma próxima ao Rio Acaraú, outra em frente ao Rio Grande e também uma na Praia do Perequê-Açú. Uma estação próxima a saída do Rio Grande apresentou indício de contaminação por esgoto, mas não obteve toxicidade na fase aquosa. O aumento da população de veraneio mostrou uma maior toxicidade para os testes com a fase aquosa e uma diminuição do número de sobreviventes de anfípodos. A Enseada de Ubatuba apresentou toxicidade nos testes com fase aquosa em quase todas as estações após o aumento da população, assim deve ser monitorada com freqüência e melhorar a infra-estrutura de saneamento.