Uma interrogação sobre o ensino das literaturas em português: entre o "Cânone lusófono" e a “Emoção estético-patriótica”
Para muitos “empresários da memória” dos países de língua portuguesa é politicamente correto declarar que a língua comum funciona no “nosso caso”, mais do que em outros casos em que a língua europeia é idioma oficial, como um elo sólido fundamentado numa “história original”. Os países de língua port...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2018 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Via Atlântica (Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:revistas.usp.br:article/141289 |
| Acceso en línea: | https://www.revistas.usp.br/viaatlantica/article/view/141289 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | literaturas em português sistema nacional cânone lusófono cânone escolar pedagogia intercultural literatures in portuguese national system lusophone canon school canon intercultural pedagogy |
| Sumario: | Para muitos “empresários da memória” dos países de língua portuguesa é politicamente correto declarar que a língua comum funciona no “nosso caso”, mais do que em outros casos em que a língua europeia é idioma oficial, como um elo sólido fundamentado numa “história original”. Os países de língua portuguesa, quando “chegaram” à arena internacional, encontraram blocos de solidariedade, com base nos mais diversos elementos, já constituídos num mundo globalizado e superdiverso em que, paradoxalmente, a reivindicação da diferença é uma das marcas mais impositivas. Levanta-se a seguinte questão: no estudo da literatura, como “resolver a questão” da nacionalidade dos escritores que escrevem em português? O que ensinar: literaturas em português ou “literatura nacional”, entendida como “emoción estético-patriótica” (José-Carlos Mainer)? |
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