A casa na cidade: uma leitura junguiana da experiência de jovens que moram sozinhos em São Paulo
A consideração do espaço vivido na urbanidade contemporânea tem sido objeto de estudos de autores em diferentes áreas do conhecimento. Compreender como essa experiência ocorre e a individualidade se apresenta pode nos auxiliar a identificar dinâmicas, padrões e elementos simbólicos que sustentarão o...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2013 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:teses.usp.br:tde-14082013-112143 |
| Acceso en línea: | http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/47/47131/tde-14082013-112143/ |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Analytical psychology Carl Gustav Jung (1875-1961) Desenvolvimento humano Habitação House Human development Juventude Psicologia analítica Youth |
| Sumario: | A consideração do espaço vivido na urbanidade contemporânea tem sido objeto de estudos de autores em diferentes áreas do conhecimento. Compreender como essa experiência ocorre e a individualidade se apresenta pode nos auxiliar a identificar dinâmicas, padrões e elementos simbólicos que sustentarão o desenvolvimento psíquico saudável em uma sociedade que, adensada na pedra da cidade, busca maneiras de conviver em harmonia no espaço público conquanto permita que o indivíduo desenvolva-se de maneira congruente com sua singularidade. Esta pesquisa dedicou-se ao estudo de jovens que passam pela experiência do habitar sozinho em sua fase inicial, na qual é possível apontarmos aspectos deste dinamismo psíquico com mais visibilidade. Ao entrevistá-los em relação à escolha e vivência da casa e sugerir que tomassem fotografias a respeito de sua morada, investigamos a constituição da individualidade a partir da separação dos pais e o início da vida adulta em sua dimensão poética, textual e imagética. Reconhecemos a juventude como etapa distinta da adolescência e adultez, a qual a psicologia poderá investir mais esforços para compreender. Verificamos a presença de polaridades arquetípicas comuns aos participantes, que podem ser representados pelas figuras míticas de Hermes e Héstia, em oposição, complementação e alternância, evocando, por um lado, os valores de velocidade, movimentação e energia vibrante, e, por outro, aqueles relacionados à concentração, à serenidade e ao foco. Pôde-se aventar que o equilíbrio entre a capacidade de estar presente na casa e ser recarregado por este momento e, de outra parte, a necessidade de aventurar-se na velocidade da cidade contemporânea favorecerá o desenvolvimento psíquico nessa etapa da vida e sedimentará base sólida na qual a individualidade poderá se sustentar |
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