Comercialização e microbiologia do pescado nas feiras livres de Porto Grande-Amapá, identificação de Salmonella spp

Objetivou-se caracterizar a comercialização e a qualidade microbiológica, pesquisa da presença de Salmonella spp, do pescado nas feiras livres de Porto Grande – Amapá. A pesquisa foi realizada através de entrevista e amostragem, em feiras livres situadas no município de Porto Grande. Foram caracteri...

ver descrição completa

Detalhes bibliográficos
Autores: MAGALHÃES, Alerrandro Pereira de, SOUSA, Suania Maria do Nascimento, PEREIRA, Charles Baia, SILVA, Bruna Almeida da, ROGEZ, Herve Louis Ghislain, MARQUES, Joana Montezano, LIMA, Alyne Cristina Sodré
Formato: capítulo de livro
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2020
País:Brasil
Recursos:Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Amapá (IFAP)
Repositorio:Repositório do Instituto Federal do Amapá (RIIFAP)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.ifap.edu.br:prefix/431
Acesso em linha:http://repositorio.ifap.edu.br/handle/prefix/431
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Pescado - feira livre
Pescado - Amapá - Brasil
CNPQ::CIENCIAS AGRARIAS::RECURSOS PESQUEIROS E ENGENHARIA DE PESCA
Descrição
Resumo:Objetivou-se caracterizar a comercialização e a qualidade microbiológica, pesquisa da presença de Salmonella spp, do pescado nas feiras livres de Porto Grande – Amapá. A pesquisa foi realizada através de entrevista e amostragem, em feiras livres situadas no município de Porto Grande. Foram caracterizadas, as condições físicas e higiênico- sanitárias do local de venda, espécies de peixes comercializadas, conservação do produto, manipulação do pescado. Foi aplicado Check lists e questionários, e obtidos peixes, os mais comercializados em cada feira, sendo coletado amostras (superfície e carne), cultivadas e analisadas para detecção de Salmonella spp. Os resultados foram analisados por estatística descritiva. Observou-se feirantes usando cabelos compridos e sem proteção, além de mãos sujas, unhas esmaltadas e cumpridas. Em todas as feiras livres visitadas, os próprios feirantes cuidavam da higienização do local de venda, porém não foi observado a utilização de luvas por nenhum deles. As espécies mais bem comercializadas foram o acará, pirapitinga e tamuatá, resfriados e/ou frescos. A avaliação microbiológica da superfície e da carne de pescado, apresentou presença de Salmonella spp., com colônias beges com centros pretos, devido a produção de H2S, e dimensão média a grande em meio específico. O pescado é um importante veiculador de infecções alimentares, neste estudo observou-se contaminação por Salmonella spp., em superfícies e carne de peixes comercializados nas feiras livres de Porto Grande. Recomenda-se que as autoridades visitem e avaliem a realidade higiênico-sanitária das feiras livres no município, capacitando os feirantes com intuito de minimizar os riscos de contaminação.