Um salão de beleza na fronteira Brasil - Uruguai: a mudança do código linguístico na fala do fronteiriço e as variáveis que comandam a interação
O objetivo desse trabalho de dissertação é verificar as motivações e os contextos em que há a mudança de código linguístico na fala do sujeito fronteiriço. Também buscamos identificar as situações interacionais em que acontecem essa mudança, como, quando e onde assim como a verificação do grau de bi...
| Autor: | |
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| Formato: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2017 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade Católica de Pelotas (UCPEL) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações do UCpel |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:tede.ucpel.edu.br:jspui/713 |
| Acesso em linha: | http://tede.ucpel.edu.br:8080/jspui/handle/jspui/713 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | código linguístico; sujeito fronteiriço; bilinguismo; code switching código lingüístico; sujeto fronterizo; bilingüismo; code switching LINGUISTICA::LINGUISTICA APLICADA# #-552208380650306735# #600 |
| Resumo: | O objetivo desse trabalho de dissertação é verificar as motivações e os contextos em que há a mudança de código linguístico na fala do sujeito fronteiriço. Também buscamos identificar as situações interacionais em que acontecem essa mudança, como, quando e onde assim como a verificação do grau de bilinguismo dos participantes do estudo, de acordo com a representação do falante com relação a sua própria competência. Afim de cumprir com nossos objetivos, observamos o local em que a pesquisa foi desenvolvida: um salão de beleza situado na cidade de Santana do Livramento (BR) e que faz fronteira com a cidade de Rivera (UY). Além da observação, uma aplicação de entrevista semiestruturada aberta foi desenvolvida como percurso metodológico empregado junto a 3 funcionárias fronteiriças, a partir de participação voluntária, do salão de beleza. Para a realização desta pesquisa, trazemos para o ensejo as concepções de alguns teóricos, como Bakhtin, pois nos ajuda a entender o movimento dialógico e os encadeamentos discursivos realizados no interior do diálogo, e Canclini que introduz as relações culturais que se criam a partir da interação, de processos de trocas, de negociação e de diferenciação inter e intracultural. Mais ainda, dialogamos com vários autores, entre eles Grosjean, que define que bilíngues são indivíduos que utilizam duas ou mais línguas ou dialetos no seu dia a dia, e Mozzilo, que conceitua o que seria o code switching. Perguntávamos se a alternância no código linguístico fronteiriço se dava de forma consciente ou inconsciente, bem como se estava relacionada com problemas de lealdade a sua própria cultura ou ao ambiente enunciativo. Nesse sentido, compreendemos que o que conta realmente para a mudança é a motivação e não o contexto e que o ambiente é favorável para que cada indivíduo explore potencialidades para a transmissão da inteculturalidade. |
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