Ainda somos sujeitos desejantes?
Este artigo inscreve-se na tradição de abertura do pensamento psicanalítico para a filosofia de Foucault. A partir de algumas proposições de Melman acerca da contemporaneidade, que sugerem que nossa experiência como sujeitos desejantes estaria se desintegrando, debruça-se sobre a genealogia foucault...
| Author: | |
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| Format: | article |
| Status: | Published version |
| Publication Date: | 2020 |
| Country: | Brasil |
| Institution: | Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) |
| Repository: | Repositório Institucional da UFRGS |
| Language: | Portuguese |
| OAI Identifier: | oai:www.lume.ufrgs.br:10183/223462 |
| Online Access: | http://hdl.handle.net/10183/223462 |
| Access Level: | Open access |
| Keyword: | Sujeito Desejo Ética Psicanálise Psychoanalysis Foucault Subject Desire Ethics |
| Summary: | Este artigo inscreve-se na tradição de abertura do pensamento psicanalítico para a filosofia de Foucault. A partir de algumas proposições de Melman acerca da contemporaneidade, que sugerem que nossa experiência como sujeitos desejantes estaria se desintegrando, debruça-se sobre a genealogia foucaultiana do sujeito de desejo, que propõe que a erótica da Antiguidade cultiva uma experiência ética radicalmente distinta da moderna e não se organiza em torno do desejo recalcado. A hipótese deste artigo é a de que, se nossa experiência como sujeitos de desejo está se decompondo, isso implica inventar uma ética da psicanálise concernente às novas formas de subjetivação. |
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