Variabilidade morfológica da praia do Pântano do Sul, ilha de Santa Catarina, Brasil
Este trabalho visa analisar a variabilidade morfológica de perfis de praia obtidos na praia do Pântano do Sul, sul da ilha de Santa Catarina. Três perfis de praia foram analisados,mensalmente, entre agosto de 2002 e agosto de 2003. Um perfil extra foi realizado para elucidar a presença de megacúspid...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2008 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal do Rio Grande (FURG) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da FURG (RI FURG) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.furg.br:1/933 |
| Acceso en línea: | http://repositorio.furg.br/handle/1/933 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Perfis de praia Morfodinâmica praial Praia de enseada Beach profiles Beach morphodynamics Embayed beach |
| Sumario: | Este trabalho visa analisar a variabilidade morfológica de perfis de praia obtidos na praia do Pântano do Sul, sul da ilha de Santa Catarina. Três perfis de praia foram analisados,mensalmente, entre agosto de 2002 e agosto de 2003. Um perfil extra foi realizado para elucidar a presença de megacúspides. Características de onda na zona de surf foram medidas através da observação visual a cada perfil. Durante o período de amostragem dos perfis de praia, o regime de ondas em águas profundas também foi monitorado, através de dados coletados por um ondógrafo direcional localizado a cerca de 35 km da ilha de Santa Catarina. As variações morfológicas dos perfis ocorreram em decorrência de quatro principais fatores: (i) Do grau de exposição dos diferentes trechos da praia às ondas incidentes. Quando mais exposta à ação de ondas, a praia tendeu a apresentar maiores variações no estoque sedimentar; (ii) Da ação de ondas de alta energia na praia, caracterizada pela incidência de ondulações de sul-sudeste com período de pico de onda acima de 10 s e altura significativa acima de 4 m, em águas profundas, condição que gera erosão da porção subaérea da praia; (iii) Da ação de ondas de baixa energia na praia, que geralmente acarreta deposição sedimentar da praia subaérea; (iv) Da própria morfologia rítmica da praia, que pode gerar variações locais na declividade e no volume entre perfis medidos sobre pontas ou embaiamentos das megacúspides. |
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