Consórcios de saúde nas regiões de saúde de Irecê e Jacobina (Bahia)
O presente trabalho foi desenvolvido a partir das inquietações sobre a formação de consórcios de saúde no estado da Bahia, em específico o de Irecê e Jacobina, visa oferecer uma compreensão de como estes instrumentos se organizaram em suas regiões de saúde e como vem trabalhando. Estes modelos de co...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2022 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal da Bahia (UFBA) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFBA |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.ufba.br:ri/38598 |
| Acceso en línea: | https://repositorio.ufba.br/handle/ri/38598 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | CNPQ::CIENCIAS HUMANAS::GEOGRAFIA CNPQ::CIENCIAS EXATAS E DA TERRA::GEOCIENCIAS Consórcios de saúde - Bahia Justiça Espacial Saúde - Irecê (BA) Bahia Região Saúde - Jacobina (BA) Health Consortia - Bahia Spatial justice Health - Irecê (BA) Region Health - Jacobina (BA) |
| Sumario: | O presente trabalho foi desenvolvido a partir das inquietações sobre a formação de consórcios de saúde no estado da Bahia, em específico o de Irecê e Jacobina, visa oferecer uma compreensão de como estes instrumentos se organizaram em suas regiões de saúde e como vem trabalhando. Estes modelos de consorciamentos na área da saúde, na Bahia, são recentes e apesar de caminharem para uma consolidação, de fato ainda enfrentam problemáticas que os impedem de atingir os objetivos a que se propõem, desde a sua concepção. O corpo teórico desta dissertação está amparado nas ideias de justiça espacial, mais precisamente a distributiva, desenvolvida por John Rawls (1997). Entretanto, a ideia distributiva aqui é percebida como um ponto de partida crucial e aberto a outras concepções, entendimentos e conceitos que a fortaleçam e não a tornem promovedora de injustiças. O trabalho é construído sempre em uma lógica metodológica baseada na análise comparativa, posto que, tudo que foi analisado em um consórcio também foi analisado no outro, o que tornou a construção complexa, pelo fato de ter que buscar, organizar e sistematizar dados e informações que fossem comuns a ambos, caso contrário, incorreria no risco de fugir da ideia e objetivos propostos. Ao final foi possível fornecer uma análise comparativa dos consórcios de saúde que não pretendeu torná-los unos, mas que os diferenciou em suas especificidades, aproximando-os naquilo em que os assemelham. |
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