[pt] LITERATURA E CULTURA POPULAR NO CRISTIANISMO PRIMITIVO: A CRENÇA E PRÁTICA DO MAU-OLHADO EM GÁLATAS 3,1-5

[pt] Literatura e cultura popular no cristianismo primitivo são apresentadas como temas com o objetivo de analisar, a partir da literatura, cultura e práticas mágicas no Mundo Antigo, a inserção das comunidades cristãs nesse ambiente vital, no geral e, da comunidade de Gálatas, no particular. O obje...

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Detalles Bibliográficos
Autor: DANIEL BRASIL JUSTI
Tipo de recurso: tesis doctoral
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2011
País:Brasil
Institución:Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RIO)
Repositorio:Repositório Institucional da PUC-RIO (Projeto Maxwell)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:MAXWELL.puc-rio.br:18134
Acceso en línea:https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=18134&idi=1
https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=18134&idi=2
http://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.18134
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:[pt] CRISTIANISMO PRIMITIVO
[pt] ILUMINISMO
[pt] TRANSDISCIPLINARIDADE
[pt] NOVO TESTAMENTO
[en] EARLY CHRISTIANITY
[en] ENLIGHTENMENT
[en] TRANSDISCIPLINARILY
[en] NEW TESTAMENT
Descripción
Sumario:[pt] Literatura e cultura popular no cristianismo primitivo são apresentadas como temas com o objetivo de analisar, a partir da literatura, cultura e práticas mágicas no Mundo Antigo, a inserção das comunidades cristãs nesse ambiente vital, no geral e, da comunidade de Gálatas, no particular. O objetivo é, através da transdisciplinaridade (teologia, história, antropologia e arqueologia) reconstruir o contexto mágico originário da comunidade gálata, entender as tensões em seu interior e perceber que implicações existem em vincular essa comunidade com o ambiente da magia. O elemento mágico observado é a crença e prática do mau-olhado (baskaíno) que, por conta de processos históricos, como o Iluminismo Europeu, foi obscurecido nas modernas traduções bíblicas e comentários exegéticos. Desvelar, pois, esse filtro de leitura construído pela Modernidade, consiste em redimensionar as frágeis fronteiras entre magia (primitivo) e religião (civilizado), de acordo com a leitura racionalista do século XIX em diante.