Cientista político da FGV/DAPP comenta o futuro do cenário político
Se Michel Temer assumir a presidência da República nos seis meses do possível afastamento da presidente Dilma Rousseff, não deverá finalizar nenhuma grande reforma no período. Essa é a análise do cientista político Luis Felipe da Graça, da Diretoria de Análise de Políticas Públicas da Fundação Getul...
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| Formato: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2016 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Fundação Getulio Vargas (FGV) |
| Repositorio: | Repositório Institucional do FGV (FGV Repositório Digital) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.fgv.br:10438/16763 |
| Acesso em linha: | http://hdl.handle.net/10438/16763 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | Michel Temer Governo Temer Presidencialismo de coalizão Ciência política Temer, Michel Brasil - Política e governo |
| Resumo: | Se Michel Temer assumir a presidência da República nos seis meses do possível afastamento da presidente Dilma Rousseff, não deverá finalizar nenhuma grande reforma no período. Essa é a análise do cientista político Luis Felipe da Graça, da Diretoria de Análise de Políticas Públicas da Fundação Getulio Vargas (FGV/DAPP), em entrevista à Agência France-Presse. |
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