Evidencias sobre a polissemia e a gramaticalização do verbo “ver”
Este trabalho investiga a polissemia e a gramaticalização do verbo "ver", buscando identificar seus diferentes usos. Além disso, procuramos estabelecer o padrão construcional que caracteriza cada um dos usos identificados. Durante a pesquisa, operamos com as hipóteses de que (i) "ver&...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2012 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFJF |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:hermes.cpd.ufjf.br:ufjf/11231 |
| Acceso en línea: | https://repositorio.ufjf.br/jspui/handle/ufjf/11231 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | CNPQ::LINGUISTICA, LETRAS E ARTES::LINGUISTICA Gramaticalização (Inter)subjetivização Gramaticalização de construções Polissemia Verbo "ver" Grammaticalization (Inter)subjectification Grammaticalization of constructions Polysemy Verb "ver" |
| Sumario: | Este trabalho investiga a polissemia e a gramaticalização do verbo "ver", buscando identificar seus diferentes usos. Além disso, procuramos estabelecer o padrão construcional que caracteriza cada um dos usos identificados. Durante a pesquisa, operamos com as hipóteses de que (i) "ver" desenvolveria, no decorrer do tempo, funções discursivas que percorreriam um caminho de crescente (inter)subjetivização (FINEGAN, 1995; TRAUGO l I , 1995, 2010; TRAUGOTT & DASHER, 2005); e que (ii) os diferentes usos do verbo estariam relacionados semanticamente, revelando polissemia. A fim de comprovar essas hipóteses, foi realizada uma pesquisa sincrônica, que considerou a distribuição e a frequência de uso (BYBEE, 2003; VITRAL, 2006; MARTELOTTA, 2009) do verbo "ver" no português contemporâneo, mais especificamente no dialeto mineiro. Para isso, utilizamos o corpus do projeto Mineirês: a construção de um dialeto, que recobre as cidades de Belo Horizonte, Arceburgo, Mariana, Ouro Preto, Piranga e São João da Ponte. A partir da análise dos dados, foi comprovado que "ver" desenvolveu-se de um uso [- subjetivo], baseado na percepção sensorial, para usos [+ subjetivos], relacionados à percepção cognitiva. Foram, ainda, identificados outros usos [+ (inter)subjetivos], dentre os quais se destacam marcadores discursivos. |
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