Games, poems, fantasies: the position of creation in Freud
Este artigo tenta compreender o papel da poesia em Freud a partir da relação que ela entretém com o processo criativo de um modo geral. Se Freud acaba por aproximar, genética e formalmente, a criação literária dos jogos infantis e das fantasias adultas, a poesia e sua eficácia são quase que reduzida...
| Autor: | |
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| Tipo de documento: | artigo |
| Estado: | Versão publicada |
| Data de publicação: | 2020 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositório: | Cadernos de Filosofia Alemã (Online) |
| Idioma: | português |
| OAI Identifier: | oai:revistas.usp.br:article/167543 |
| Acesso em linha: | https://revistas.usp.br/filosofiaalema/article/view/167543 |
| Access Level: | Acceso aberto |
| Palavra-chave: | Freud psychoanalysis literature creation fantasy psicanálise literatura criação fantasia |
| Resumo: | Este artigo tenta compreender o papel da poesia em Freud a partir da relação que ela entretém com o processo criativo de um modo geral. Se Freud acaba por aproximar, genética e formalmente, a criação literária dos jogos infantis e das fantasias adultas, a poesia e sua eficácia são quase que reduzidas a uma técnica – que ele, por fim, não consegue capturar com seus conceitos. Assim, numa leitura pormenorizada, não são as semelhanças entre as três classes de produção psíquica que se sobressaem, mas sim essa diferença última e enigmática, importante resíduo proveniente da reflexão freudiana mesma. |
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