[en] LISTENING TO LANGUAGE: HEIDEGGER AND PESSOA
[pt] A tese À escuta da linguagem: Heidegger e Pessoa busca, como o título sugere, uma aproximação entre o pensamento filosófico de Martin Heidegger e a linguagem poética de Fernando Pessoa acerca da linguagem originária. Buscamos desenvolver um estudo que tem como premissa o pensamento deixado pelo...
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| Tipo de recurso: | tesis doctoral |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2021 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RIO) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da PUC-RIO (Projeto Maxwell) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:MAXWELL.puc-rio.br:52552 |
| Acceso en línea: | https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=52552&idi=1 https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=52552&idi=2 http://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.52552 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | [pt] LINGUAGEM [pt] EXPERIENCIA [pt] POESIA [pt] TEMPO [pt] HISTORIA [en] LANGUAGE [en] EXPERIENCE [en] POETRY [en] TIME [en] HISTORY |
| Sumario: | [pt] A tese À escuta da linguagem: Heidegger e Pessoa busca, como o título sugere, uma aproximação entre o pensamento filosófico de Martin Heidegger e a linguagem poética de Fernando Pessoa acerca da linguagem originária. Buscamos desenvolver um estudo que tem como premissa o pensamento deixado pelo pensador-poeta desdobrando-se na linguagem do poeta-pensador. Da sombra desta inaparente relação, vislumbramos um caminho que desvela o entrelaçamento dos diversos fios da escrita de um e da poesia de outro na construção pensante e poética da linguagem originária, entendida a partir de uma experiência fundadora de linguagem. Trata-se de um dizer que faz aparecer, lugar em que a palavra é princípio de realidade, um aparecer que em sua imediatidade se faz linguagem originária, se faz poética da linguagem, o lugar do dizer. Ambos, filósofo e poeta, nos fazem entender que nosso estar no mundo é totalmente perpassado por uma experiência de sentido, na qual já estamos sempre inseridos. Nisso, há algo que se faz desde um imperativo vital: o homem desaparece, há apenas a entrega, o abandono à dimensão da transcendência, há apenas a espera e a escuta a desdobrarse em abertura, de modo a dar vazão ao outro que o acomete a convocá-lo à consagração do instante. |
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