| Summary: | Com a excelente publicação de Diogo de Faria (1919) sobre "Os inimigos dos nossos livros houve esclarecimento quanto possível completo a respeito da maior praga das bibliotecas de S. Paulo e, talvez, também do Brasil. Foi, ao que nos consta, o primeiro trabalho sobre os besouros destruidores de livros aparecido em S. Paulo, com resumo de todas as observações ate então publicadas em jornais e revistas do Rio de Janeiro e alguns centros importantes fora do país. A contribuição de Diogo de Faria mereceu e continua a merece encômios, pois deu feijão verdadeiramente cientifica ao combate a praga dos livros, de vez que começou por descrever pormenores interessantes da biologia dos Anobios. A atenção do autor voltou-se, entretanto, mais para a maneira de extermínio da praga, chegando mesmo a inventar uma aparelhagem mais ou menos complicada para tal fim. Mais recentemente, Monsenhor Nabuco (1943) publicou também interessante trabalho sobre os bibliófagos, adicionando valiosas observações pessoais, principalmente quanto aos me[1]todos preventivas para a debelação das pragas, inclusive as tragas, os cupins e as baratas.
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