A figura do mundo na dispersão dos seus fragmentos: o exército de cavalaria, de Isaac Bábel
O presente artigo desenvolve uma leitura de O exército de cavalaria (1926), de Isaac Bábel, focalizando, especialmente, a linguagem do autor, a estrutura narrativa e o papel desempenhado pelo narrador protagonista e por sua trajetória de formação. Por meio da análise de três contos (“A travessia do...
| Autores: | , |
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| Tipo de documento: | artigo |
| Estado: | Versão publicada |
| Data de publicação: | 2020 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositório: | RUS (São Paulo) |
| Idioma: | português |
| OAI Identifier: | oai:revistas.usp.br:article/171774 |
| Acesso em linha: | https://www.revistas.usp.br/rus/article/view/171774 |
| Access Level: | Acceso aberto |
| Palavra-chave: | Russian Literature Soviet Literature Novel Modernism Literatura Russa Literatura Soviética Romance Modernismo |
| Resumo: | O presente artigo desenvolve uma leitura de O exército de cavalaria (1926), de Isaac Bábel, focalizando, especialmente, a linguagem do autor, a estrutura narrativa e o papel desempenhado pelo narrador protagonista e por sua trajetória de formação. Por meio da análise de três contos (“A travessia do Zbrutch”, “O filho do rabino” e “Berestiechko”), são tratadas questões concernentes à representação da matéria épica, ao efeito geral de paradoxo, conflito e choque observável na obra e, finalmente, à possibilidade de caracterizar o livro de Bábel como um romance modernista. |
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