Conjugando métodos clínico e empírico no estudo de caso de interrupção precoce em psicoterapia psicanalítica

O objetivo deste estudo é conjugar métodos clínico e empírico de avaliação do processo psicoterapêutico para a compreensão dos fatores associados à interrupção precoce em um caso de psicoterapia psicanalítica. Os participantes foram uma dupla terapêutica. A paciente é jovem adulta, atendida em uma c...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Laskoski, Pricilla Braga, Sanchez, Lívia Fração, Ruaro, Clarice Kern, Wellausen, Rafael Stella, Benetti, Silvia Pereira da Cruz, Serralta, Fernanda Barcellos
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2020
País:Brasil
Institución:Universidade de Santa Cruz do Sul (UNISC)
Repositorio:Barbarói (Online)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.online.unisc.br:article/9392
Acceso en línea:https://online.unisc.br/seer/index.php/barbaroi/article/view/9392
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:abandono
psicoterapia psicanalítica
interrupção precoce
pesquisa em psicoterapia
processo terapêutico
pesquisa de processo.
Descripción
Sumario:O objetivo deste estudo é conjugar métodos clínico e empírico de avaliação do processo psicoterapêutico para a compreensão dos fatores associados à interrupção precoce em um caso de psicoterapia psicanalítica. Os participantes foram uma dupla terapêutica. A paciente é jovem adulta, atendida em uma clínica-escola, por um período de três meses. A psicoterapeuta registrou sua impressão das sessões e sua compreensão dinâmica do caso, supervisionado por psicanalista sênior. O método de estudo do caso foi análise sistemática por meio do Psychotherapy Process Q-Set (PQS) e do Shedler-Westen Assessment Procedure (SWAP). As sessões foram gravadas em vídeo e posteriormente codificadas com os instrumentos por avaliadores externos treinados. As características do processo indicam foco nos relacionamentos amorosos e nas situações de vida atual; a paciente trazia material significativo; tendia a concordar com as intervenções da psicoterapeuta e demonstrava se sentir entendida. A psicoterapeuta, por sua vez, mostrou empatia e adotou atitude de apoio, realizando intervenções exploratórias. A sessão 6 constituiu um momento de mudança na direção do processo. Os resultados fornecem elementos para a compreensão dos fatores relacionados com a interrupção, tais como o incremento da resistência e ambivalência por parte da paciente não devidamente abordados pela terapeuta.