Estudo dos modelos de ajuste para o estimador do risco sistêmico nas empresas de capital aberto em dificuldades financeiras
A presente pesquisa buscou encontrar se, nos países analisados, as empresas em dificuldades financeiras tiveram reduções em suas medidas de risco sistêmico. No caso afirmativo foi diagnosticado um problema estatístico com a medida e não uma real redução nos níveis de risco sistêmico dessas empresas....
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis doctoral |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2005 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:teses.usp.br:tde-10032023-151414 |
| Acceso en línea: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/12/12139/tde-10032023-151414/ |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Capital markets Credit Crédito Finanças Finance Investimentos Investments Mercado de capitais |
| Sumario: | A presente pesquisa buscou encontrar se, nos países analisados, as empresas em dificuldades financeiras tiveram reduções em suas medidas de risco sistêmico. No caso afirmativo foi diagnosticado um problema estatístico com a medida e não uma real redução nos níveis de risco sistêmico dessas empresas. Para corrigir esse problema, identificado também em estudos anteriores, foram propostos e testados quatro ajustes, baseados (1) na teoria de opções, (2) na teoria de estrutura de capital, (3) na teoria de carteiras e (4) em medidas puramente contábeis. Os resultados dos dois primeiros ajustes foram consistentes entre si e apresentaram resultados positivos, permitindo que as medidas de risco sistêmico voltem a refletir melhor o mesmo e passem a se comportar conforme a previsão da Teoria de Finanças atual. |
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