Angústia e O amanuense Belmiro: duas visões de uma mesma época

O trabalho visa a comparar duas obras escritas no mesmo período pensando nas diferentes posições adotadas pelos escritores em suas narrativas na tentativa de passar para o leitor suas impressões e reflexões sobre o mundo em que vivem. As duas obras, Angústia, de Graciliano Ramos, e O amanuense Belmi...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Araújo, Michele de
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2014
País:Brasil
Institución:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:teses.usp.br:tde-23102014-183038
Acceso en línea:http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8156/tde-23102014-183038/
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:30s literature
Angústia
Brasilian literature
Comparative literature
Comparative studies
Cyro dos Anjos
Estudos comparados
Graciliano Ramos
Literatura brasileira
Literatura comparada
Literatura na década de 30
O amanuense Belmiro
Descripción
Sumario:O trabalho visa a comparar duas obras escritas no mesmo período pensando nas diferentes posições adotadas pelos escritores em suas narrativas na tentativa de passar para o leitor suas impressões e reflexões sobre o mundo em que vivem. As duas obras, Angústia, de Graciliano Ramos, e O amanuense Belmiro, de Cyro dos Anjos, foram escritas em meados dos anos 30 e retratam a vida de funcionários públicos que moram em espaços urbanos; são intelectuais citadinos que vivem em uma mesma época, mas que reagem à vida de maneira muito diversa. Com essa comparação, espera-se encontrar os pontos divergentes (pois as obras podem ser consideradas antagônicas no que diz respeito à maneira de narrar), mas, sobretudo, os pontos convergentes, levando-se em consideração as problemáticas vividas em um determinado espaço (meio urbano pouco industrializado - próprio de centros urbanos de menor importância econômica) e tempo (a tumultuada e importante década de 30) por intermédio da figura do funcionário público, central nas duas obras