A função política do luto por Marielle Franco
O objetivo desse artigo é refletir sobre certas manifestações de luto pela execução da vereadora carioca Marielle Franco, de forma a articular os seus aspectos políticos com as proposições sobre distribuição desigual do luto público da filosofia de Judith Butler. Desenvolvemos como hipótese a ideia...
| Autores: | , |
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| Tipo de documento: | artigo |
| Estado: | Versão publicada |
| Data de publicação: | 2020 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade Federal da Bahia (UFBA) |
| Repositório: | Cadernos de Gênero e Diversidade |
| Idioma: | português |
| OAI Identifier: | oai:ojs.periodicos.ufba.br:article/35003 |
| Acesso em linha: | https://periodicos.ufba.br/index.php/cadgendiv/article/view/35003 |
| Access Level: | Acceso aberto |
| Palavra-chave: | luto reconhecimento Marielle Franco Judith Butler |
| Resumo: | O objetivo desse artigo é refletir sobre certas manifestações de luto pela execução da vereadora carioca Marielle Franco, de forma a articular os seus aspectos políticos com as proposições sobre distribuição desigual do luto público da filosofia de Judith Butler. Desenvolvemos como hipótese a ideia de que o luto por Marielle Franco promove uma mistura entre as formas oficiais de luto e as formas populares e espontâneas, nas quais há um duplo movimento de reconhecimento. Nessa duplicação está a possibilidade ético-política de reafirmar a importância da pergunta de Butler “quando a vida é passível de luto?”. |
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