Efeitos do tipo de instalação no conforto térmico de equinos criados no Sertão Pernambucano

Objetivou-se comparar o conforto térmico proporcionado por três diferentes tipos de instalações para equinos criados no Sertão Pernambucano. Foram utilizados 18 equinos adultos, distribuídos aleatoriamente em três tipos de baias ou cercados. O delineamento experimental foi inteiramente ao acaso em e...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Santiago, Juliano Martins, Silva, Andreza Correia da, Gonzaga, Iaçanã Valente Ferreira, Melo, Daniel Ânderson de Souza, Lima, Diogo Luiz Santos, Ramos, João Nicodemos Possidônio, Leite, Anailza Cristina Guedes Sá, Oliveira, Lucinéa Silva de, Santos, Luana Maria dos, Nunes, Layanne Morgana Marçal
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2021
País:Brasil
Institución:Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE)
Repositorio:Medicina Veterinária (Recife. Online)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.10.0.7.8:article/3546
Acceso en línea:https://www.journals.ufrpe.br/index.php/medicinaveterinaria/article/view/3546
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:baia
bem-estar
cavalo
conforto térmico
Descripción
Sumario:Objetivou-se comparar o conforto térmico proporcionado por três diferentes tipos de instalações para equinos criados no Sertão Pernambucano. Foram utilizados 18 equinos adultos, distribuídos aleatoriamente em três tipos de baias ou cercados. O delineamento experimental foi inteiramente ao acaso em esquema de parcelas subsubdivididas, sendo as parcelas compostas por três instalações (baias de alvenaria, cercados sombreados por árvores, cercados cobertos com telhado de fibrocimento). As subparcelas foram constituídas por nove semanas de monitoramento e as subsubparcelas formadas pelos três dias de avaliação em cada semana. As variáveis ambientais utilizadas foram temperatura ambiente, umidade relativa do ar e índice de temperatura e umidade (ITU); e como variáveis fisiológicas as frequências cardíaca e respiratória, temperatura retal e taxa de sudorese dos equinos. Nas três semanas em que se registrou as maiores temperaturas ambiente, em duas delas as temperaturas foram menores nos cercados sombreados por árvores. Já nas quatro semanas em que o ITU variou entre as instalações, os valores calculados para os cercados sombreados por árvores foram inferiores aos obtidos para as baias de alvenaria. Além disso, em seis das nove semanas de monitoramento os valores da frequência cardíaca dos equinos alojados nos cercados foram inferiores aos dos animais mantidos nas baias de alvenaria. Durante as nove semanas de monitoramento os equinos alojados nos cercados sombreados por árvores apresentaram menores temperaturas retais que os animais mantidos nas baias de alvenaria. Concluiu-se que os cercados sombreados por árvores promovem maior conforto térmico e, consequentemente, bem-estar aos equinos criados no sertão pernambucano.