Brasil foods: oportunidade ou necessidade?/ Brazil foods: opportunity or necessity? DOI 10.5752/P.1984-6606.2011v11n25p124

Em setembro de 2008 foi deflagrada uma das mais sérias crises financeiras dos últimos anos. Devido a bonança pré-crise, várias empresas utilizaram instrumentos financeiros derivativos em volumes superiores aos necessários em suas estratégias de hedge. No contexto brasileiro, uma das empresas que se...

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Detalhes bibliográficos
Autores: Matsumoto, Gustavo Uramoto, Ribeiro, Karem Cristina Sousa, Ferreira, Luiz Gustavo
Formato: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2011
País:Brasil
Recursos:Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas)
Repositorio:Revista Economia & Gestão
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.periodicos.pucminas.br:article/2052
Acesso em linha:https://periodicos.pucminas.br/economiaegestao/article/view/P.1984-6606.2011v11n25p124
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Fusão
Estratégia Financeira
Brasil Foods
Descrição
Resumo:Em setembro de 2008 foi deflagrada uma das mais sérias crises financeiras dos últimos anos. Devido a bonança pré-crise, várias empresas utilizaram instrumentos financeiros derivativos em volumes superiores aos necessários em suas estratégias de hedge. No contexto brasileiro, uma das empresas que se utilizaram de tal mecanismo foi a Sadia, que divulgou perdas significativas, por possuir tais contratos, conhecidos no meio financeiro como derivativos exóticos. Em meio à crise internacional e das perdas com derivativos da Sadia, foi divulgado ao mercado a constituição da Brasil Foods, resultante da fusão dos dois maiores players do setor de alimentos: Sadia e Perdigão. Nesse contexto, como metodologia, este estudo é descritivo objetivando-se a análise dos demonstrativos financeiros da Sadia e sua posterior comparação com os da Perdigão, os quais indicam, em termos de resultados, que a fusão foi uma necessidade para a Sadia e uma oportunidade estratégica para a Perdigão. Todavia essa fusão deverá ser analisada com cuidado pelos órgãos reguladores, pois não estão evidentes quais serão seus possíveis impactos na cadeia de valor do agronegócio brasileiro, principalmente em função do tamanho da empresa resultante.