A compreensão de leitura textual como um instrumento de diagnóstico de pacientes com demência de Alzheimer leve e moderada
A tarefa de reconto de histórias apresenta diferença entre idosos sem e com demência, pois aqueles lembram maior número de informações do que estes. Com o objetivo de verifi car se, desde as etapas iniciais, os pacientes com Demência de Alzheimer (DA) leve e moderada se mostram sensíveis à tarefa de...
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| Format: | article |
| Status: | Published version |
| Publication Date: | 2008 |
| Country: | Brasil |
| Institution: | Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) |
| Repository: | Repositório Institucional da UFRGS |
| Language: | Portuguese |
| OAI Identifier: | oai:www.lume.ufrgs.br:10183/129176 |
| Online Access: | http://hdl.handle.net/10183/129176 |
| Access Level: | Open access |
| Keyword: | Doença de Alzheimer Compreensão da leitura Memória Idoso Alzheimer’s disease Textual comprehension Memory Language |
| Summary: | A tarefa de reconto de histórias apresenta diferença entre idosos sem e com demência, pois aqueles lembram maior número de informações do que estes. Com o objetivo de verifi car se, desde as etapas iniciais, os pacientes com Demência de Alzheimer (DA) leve e moderada se mostram sensíveis à tarefa de compreensão de leitura textual, analisaram-se 40 idosos: 25 com DAs prováveis, sendo 12 leves e 13 moderados; e 15 sem demência, com escolaridade de 4 anos ou mais. Os pacientes foram avaliados através do Mini-Exame do Estado Mental (MEEM), Questionário Sociodemográfi co, Escala Reduzida de Depressão Geriátrica da Yesavage (GDS-15) e quatro histórias, com quatro frases cada, as quais apresentavam estrutura textual descritiva e narrativa. A compreensão textual mostrou ser uma tarefa sensível aos participantes com demência, cujo desempenho foi signifi cativamente pior do que o dos idosos saudáveis. Não houve diferença estatisticamente signifi cativa quanto às estruturas textuais das histórias. Contudo, à medida que aumentaram os elementos de estrutura narrativa nas histórias, os participantes sem demência e os com demência leve apresentaram melhora na recordação. Os tipos de acréscimos às histórias mais freqüentes no grupo com DA foram reconstrução e inferência. Os resultados sugerem que a avaliação das habilidades lingüísticas pode auxiliar no diagnóstico diferencial precoce da Demência. |
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