Memória de um projeto moderno: a idealização e a trajetória do Edifício Esther

Estuda a idealização, a trajetória, as representações e as atitudes de preservação do Edifício Esther – ícone da Arquitetura Moderna no Brasil -, construído na cidade de São Paulo, segundo projeto dos arquitetos cariocas Álvaro Vital Brazil e Adhemar Marinho, durante a década de 1930. Anal...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Atique, Fernando
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2002
País:Brasil
Institución:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:teses.usp.br:tde-15032021-203341
Acceso en línea:https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/18/18131/tde-15032021-203341/
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:apartment buildings
Arquitetura Moderna
Edifício Esther
edifícios de apartamentos
Esther Building
Modern Architecture
patrimônio
patrimony
private promoters
promotores privados
Descripción
Sumario:Estuda a idealização, a trajetória, as representações e as atitudes de preservação do Edifício Esther – ícone da Arquitetura Moderna no Brasil -, construído na cidade de São Paulo, segundo projeto dos arquitetos cariocas Álvaro Vital Brazil e Adhemar Marinho, durante a década de 1930. Analisa as atividades desenvolvidas pela família Nogueira, empreendedora do edifício, elaborando a partir de suas ações, uma narrativa sobre a atuação dos promotores privados na formação das cidades e na arquitetura do estado de São Paulo. Investiga a introdução da modalidade de habitação em edifícios de apartamentos, verificando no espaço construído do Edifício Esther, suas configurações e matrizes. Aborda a visão dos usuários e moradores, tecendo uma narrativa sobre o espaço arquitetônico a partir desses pontos de vista. Averigua a gestão do prédio mediante o estudo da ação da Sociedade Predial Esther, firma ligada aos empreendedores do edifício, verificando sua atuação na cunhagem de parâmetros normativos da vida doméstica de seus moradores. Analisa as posturas de preservação do Esther, desde seu tombamento pelos órgãos públicos de patrimônio em São Paulo – SEMPLA, DPH e CONDEPHAAT - até o início da elaboração de seu projeto de reabilitação e restauro, em 2000.