Aplicações de aprendizado de máquina para previsão de mortalidade da Covid-19 usando o banco de dados nacional DATASUS

A questão recente mais importante de saúde para as nações do mundo tem sido a pandemia do coronavírus. A COVID-19 está associada a diferentes manifestações clínicas acompanhada de uma alta taxa de mortalidade. No Brasil temos um repositório nacional de dados clínicos- o DATASUS - que entre os dados...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Terra, João Pedro Marcelino
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2024
País:Brasil
Institución:Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ)
Repositorio:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UERJ
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:www.bdtd.uerj.br:1/23482
Acceso en línea:http://www.bdtd.uerj.br/handle/1/23482
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Machine learning
Perceptron
Aprendizado de máquina
Floresta Aleatória
DATASUS
Algoritmos computacionais
Redes neurais (Computação)
Random Forest
DATASUS (Brazilian Health Repository)
CIENCIAS EXATAS E DA TERRA::CIENCIA DA COMPUTACAO
Descripción
Sumario:A questão recente mais importante de saúde para as nações do mundo tem sido a pandemia do coronavírus. A COVID-19 está associada a diferentes manifestações clínicas acompanhada de uma alta taxa de mortalidade. No Brasil temos um repositório nacional de dados clínicos- o DATASUS - que entre os dados de diversas patologias, estão aqueles associados a COVID-19. Prever a mortalidade por meio de preditores pode ser uma ferramenta crucial na autenticação dos pacientes acometidos pela doença. Métodos multivariados e de aprendizado de máquina podem ser usados para desenvolver modelos de previsão de mortalidade de modo a auxiliar os pro fissionais de saúde. Neste trabalho empregamos os modelos Perceptron, MLP e Floresta Aleatória para obter estes resultados em bancos segmentados por dias de internação. Entre esses métodos, o que obteve o melhor resultado foi a Floresta Aleatória, com acurácia média de 82% em pacientes com 10-14 dias de internação. Além da implementação dessas técnicas, também sugerimos um novo método de preenchimento de dados que usamos no próprio banco do DATASUS e comparamos com outras técnicas em bases já conhecidas.