Abortion: a review of women's perception in relation to their partner's reactions in two brazilians cities

Objetivo: analisar a percepção das mulheres quanto às reações e às condutas do parceiro no processo do abortamento, associando as variáveis entre mulheres que sofreram abortamento espontâneo e que o provocaram, nas cidades de Natal (RN) e de São Paulo (SP). Métodos: foram realizadas entrevistas semi...

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Detalhes bibliográficos
Autores: Nonnenmacher, Daniele, Benute, Gláucia Rosana Guerra, Nomura, Roseli Mieko Yamamoto, Azevedo, George Dantas de, Dutra, Elza Maria do Socorro, Rebouças, Melina Séfora Souza, Luci, Mara Cristina Souza de, Francisco, Rossana Pulcineli Vieira
Formato: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2014
País:Brasil
Recursos:Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN)
Repositorio:Repositório Institucional da UFRN
Idioma:inglés
OAI Identifier:oai:repositorio.ufrn.br:123456789/31610
Acesso em linha:https://repositorio.ufrn.br/handle/123456789/31610
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Abortion
Spontaneous abortion
Induced abortion
Perception
Men
Women’s health
Aborto
Aborto espontâneo
Aborto induzido
Percepção
Homens
Saúde da mulher
Descrição
Resumo:Objetivo: analisar a percepção das mulheres quanto às reações e às condutas do parceiro no processo do abortamento, associando as variáveis entre mulheres que sofreram abortamento espontâneo e que o provocaram, nas cidades de Natal (RN) e de São Paulo (SP). Métodos: foram realizadas entrevistas semidirigidas com 285 mulheres que sofreram abortamento espontâneo e 31 mulheres que referiram tê-lo provocado. Os dados foram analisados pela Técnica de Análise Temática e, posteriormente, utilizou-se o programa IBM SPSS. O nível de significância utilizado foi p < 0,05. Resultados: em ambas as capitais, as mulheres que provocaram o abortamento referiram o parceiro como alguém que não poderia saber do abortamento (p < 0,01 em Natal; p = 0,02 em São Paulo) e, ao mesmo tempo, como aquele que poderia tê-lo evitado (p < 0,01 em Natal; p = 0,03 em São Paulo). Em Natal, o abortamento provocado foi associado à ausência do parceiro no momento da confirmação da gestação (p = 0,02) e, em São Paulo, a reações negativas quando noticiada a gravidez (p=0,04) e a não participação no processo do abortamento (p < 0,01). Conclusão: apesar da independência feminina conquistada, os resultados obtidos indicam que as mulheres que provocaram o abortamento percebem a participação masculina como importante no processo. As particularidades de cada capital denotam influência da dimensão geográfica e cultural, demonstrando a necessidade de uma assistência integral à saúde da mulher que respeite as especificidades de cada região do Brasil