A persistência das sombras: sonhos, devaneios e lembranças em O Lustre, de Clarice Lispector
O trabalho aqui proposto consiste na realização de uma leitura de O Lustre, de Clarice Lispector, publicado em 1946 e uma de suas obras menos estudadas pela crítica. O segundo romance da autora narra a história de Virgínia, moça do campo que cresce no casarão da família, localizado nas terras de Gra...
| Autor: | |
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| Formato: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2016 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:teses.usp.br:tde-13122016-130428 |
| Acesso em linha: | http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8151/tde-13122016-130428/ |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | Clarice Lispector Daydreams Devaneios Dreams Lembranças Literatura e Psicanálise Literature and Psychoanalysis Memories O lustre O Lustre sonhos |
| Resumo: | O trabalho aqui proposto consiste na realização de uma leitura de O Lustre, de Clarice Lispector, publicado em 1946 e uma de suas obras menos estudadas pela crítica. O segundo romance da autora narra a história de Virgínia, moça do campo que cresce no casarão da família, localizado nas terras de Granja Quieta. Após atingir a idade adulta, a personagem parte para a cidade grande. Nosso foco está em estudar aspectos da configuração de Virgínia que persistem e são retomados, ao longo do enredo, por meio de sonhos, devaneios e lembranças, com especial atenção para os traços do passado que retornam e permanecem, com alterações, no presente. Nessa direção, quando a estrutura do texto permitir, aspectos teóricos da psicanálise, analogicamente, serão de grande valia para sua interpretação. Além disso, outras questões importantes e recorrentes na obra de Clarice Lispector serão abordadas, tais como a morte, a infância, o desejo e, no que diz respeito à estrutura da narrativa, o modo como o narrador muitas vezes assume o ponto de vista da personagem, confundindo-se com ela. |
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