Dois críticos, uma semana, um século
Não é comum, em lugar algum, que dois críticos literários surjam entre os melhores explicadores de uma nação por quase um século. Partindo da analise schwarziana do método crítico de Antonio Candido, o ensaio explora as relações de afinidade e de diferenciação dos dois críticos literários confrontad...
| Autores: | , |
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| Tipo de documento: | artigo |
| Estado: | Versão publicada |
| Data de publicação: | 2019 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Instituto de Estudos Brasileiros (IEB) |
| Repositório: | Revista do Instituto de Estudos Brasileiros |
| Idioma: | português |
| OAI Identifier: | oai:revistas.usp.br:article/164935 |
| Acesso em linha: | https://www.revistas.usp.br/rieb/article/view/164935 |
| Access Level: | Acceso aberto |
| Palavra-chave: | Roberto Schwarz Antonio Candido Brazil’s explainers intérpretes do Brasil |
| Resumo: | Não é comum, em lugar algum, que dois críticos literários surjam entre os melhores explicadores de uma nação por quase um século. Partindo da analise schwarziana do método crítico de Antonio Candido, o ensaio explora as relações de afinidade e de diferenciação dos dois críticos literários confrontados em dois momentos decisivos: o modernismo e o legado de 1930 e o desenvolvimentismo (e seu fracasso) desde o Golpe de 1964. |
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