O inquérito de fake news: análise da campanha "Mentira na Educação, Não!", da revista Nova Escola
No ano de 2018, a versão online da Revista Nova Escola lançou uma campanha chamada Mentira na Educação, Não!, em que foram publicadas 34 matérias com a intenção de contestar notícias, boatos e declarações consideradas suspeitas ou inverídicas sobre a educação. A partir da análise do conjunto de maté...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2022 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFRGS |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:www.lume.ufrgs.br:10183/236657 |
| Acceso en línea: | http://hdl.handle.net/10183/236657 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Fake news Desinformação Educação Disinformation Education |
| Sumario: | No ano de 2018, a versão online da Revista Nova Escola lançou uma campanha chamada Mentira na Educação, Não!, em que foram publicadas 34 matérias com a intenção de contestar notícias, boatos e declarações consideradas suspeitas ou inverídicas sobre a educação. A partir da análise do conjunto de matérias publicadas no âmbito dessa campanha, foi possível detalhar a utilização de duas operações pela Revista: as verdades imagéticas e a teia de links, que chamamos aqui de “inquérito de fake news”, com base em Michel Foucault. Conclui-se que o inquérito, produzido e publicado pela Revista, é parte de um esforço de encadeamento sucessivo de elementos discursivos, de modo a chegar a um veredicto sobre um boato ou uma dúvida, eventualmente criados sobre educação brasileira, no período. |
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