PAPEL DO PROGRAMA MAIS MÉDICOS NA DISTRIBUIÇÃO EQUITATIVA DE MÉDICOS NA ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE

A inquietação deste estudo foi analisar se a distribuição dos médicos nos primeiros ciclos (1º ao 5º - setembro de 2013 a junho de 2014) do Programa Mais Médicos (PMM) na Atenção Primária à Saúde (APS) ocorreu de forma orientada pelas necessidades de saúde da população no Estado de Minas Gerais. Par...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Macedo, Alex dos Santos, Ferreira, Marco Aurélio Marques, Faria, Evandro Rodrigues de
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2019
País:Brasil
Institución:Universidade de Taubaté (UNITAU)
Repositorio:Revista brasileira de gestão e desenvolvimento regional
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs2.rbgdr.net:article/4674
Acceso en línea:https://www.rbgdr.net/revista/index.php/rbgdr/article/view/4674
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Equidade. Distribuição de Médicos. Atenção Primária í  Saúde. Programa Mais Médicos. Avaliação.
Descripción
Sumario:A inquietação deste estudo foi analisar se a distribuição dos médicos nos primeiros ciclos (1º ao 5º - setembro de 2013 a junho de 2014) do Programa Mais Médicos (PMM) na Atenção Primária à Saúde (APS) ocorreu de forma orientada pelas necessidades de saúde da população no Estado de Minas Gerais. Para responder ao objetivo do estudo, o caminho metodológico foi delineado a partir da Análise Fatorial, a partir da qual se construiu um í­ndice para evidenciar a necessidade de médicos na APS e, assim, verificar se a alocação dos médicos pelo Governo Federal foi orientada pelas necessidades de saúde da população. Para complementar a análise, estimou-se uma regressão logí­stica com outras dimensões de necessidades de saúde visando observar se elas influenciavam na possibilidade de o municí­pio ter ou não sido contemplado com médicos do PMM. Os resultados sinalizam que o PMM estaria priorizando áreas mais necessitadas e, assim, contribuindo para reduzir desigualdades nas necessidades de médicos, se não fosse o fato de os dados terem apontado uma desigualdade na distribuição, uma vez que municí­pios que apresentaram traços ou baixa necessidade de médicos na APS receberam médicos do PMM nos primeiros ciclos. Dessa forma, os resultados sinalizam oportunidades de aperfeiçoamento da polí­tica analisada e, ao mesmo tempo, levanta questionamentos sobre os parâmetros utilizados como referência para alocação dos médicos no PMM.