Prevalência de Síndrome Metabólica em pacientes atendidos na Estratégia de Saúde da Família de Barra do Garças, MT
Introdução: A frequência e a morbimortalidade por doenças crônicas não-transmissíveis vem aumentando em diversas regiões do país. Objetivo: Verificar a prevalência de Síndrome Metabólica e possíveis fatores associados em população atendida em unidades da Estratégia de Saúde da Família (ESF). Metodol...
| Autores: | , , , |
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| Formato: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2012 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade Federal da Bahia (UFBA) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFBA |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.ufba.br:ri/23000 |
| Acesso em linha: | http://repositorio.ufba.br/ri/handle/ri/23000 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | Síndrome metabólica Hipertensão arterial Diabetes mellitus Café Atenção primária à saúde |
| Resumo: | Introdução: A frequência e a morbimortalidade por doenças crônicas não-transmissíveis vem aumentando em diversas regiões do país. Objetivo: Verificar a prevalência de Síndrome Metabólica e possíveis fatores associados em população atendida em unidades da Estratégia de Saúde da Família (ESF). Metodologia: Foram avaliados 96 pacientes adultos de dois ESFs em Barra do Garças (MT). Além da caracterização socioeconômica da amostra, foi aplicado questionário de frequência alimentar e avaliação antropométrica (circunferência da cintura e índice de massa corporal). Após as dosagens bioquímicas (glicemia, colesterol totais e triglicerídeos) foi feita a estimativa da prevalência de caracterização da Síndrome Metabólica utilizando o critério do NCEP/ATPIII (EUA). Resultados: A maioria dos pacientes era do gênero feminino, possuía casa própria, fazia consultas regulares, tinha baixo engajamento em atividades físicas regulares, baixa renda e escolaridade, sendo a maioria idosos ou de meia-idade. Do total, 71% tinham hipertensão arterial, 52% hiperglicemia, 19,8% diabetes mellitus e 42% foram diagnosticados com Síndrome Metabólica. A renda familiar baixa esteve associada ao maior risco, enquanto que o consumo regular de quatro ou mais xícaras de café esteve inversamente associado ao risco de Síndrome Metabólica, o que não ocorreu com as demais variáveis estudadas. Conclusão: a prevalência de Síndrome Metabólica e suas comorbidades afetam, frequentemente, esta população e demandam melhoria das ações de promoção e atenção primária à saúde. |
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