Elementos para uma leitura filosófica sobre a obra “A predestinação” de Agostinho
Esta dissertação de mestrado aborda a filosofia de Agostinho de Hipona em relação à origem do mal e à criação a partir do nada, destacando a importância de compreender a origem do mal para entender os limites da liberdade e como Agostinho defende a predestinação mesmo acreditando no livre-arbítrio....
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2023 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFJF |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:hermes.cpd.ufjf.br:ufjf/15363 |
| Acceso en línea: | https://repositorio.ufjf.br/jspui/handle/ufjf/15363 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | CNPQ::CIENCIAS HUMANAS::FILOSOFIA Predestinação Livre-arbítrio Liberdade Mal Perseverança Predestination Free will Freedom Evil Perseverance |
| Sumario: | Esta dissertação de mestrado aborda a filosofia de Agostinho de Hipona em relação à origem do mal e à criação a partir do nada, destacando a importância de compreender a origem do mal para entender os limites da liberdade e como Agostinho defende a predestinação mesmo acreditando no livre-arbítrio. Também, é discutida a controvérsia pelagiana, que questiona a ideia de Deus controlar tudo e o homem não ter liberdade, apresentando duas visões distintas sobre a importância da racionalidade humana e da dependência de Deus na espiritualidade cristã. Além disso, são abordadas as posições de Pelágio e Agostinho sobre liberdade, graça e justiça divina. A dissertação apresenta uma pesquisa sobre a obra de Agostinho, A Predestinação dos Santos, e as questões filosóficas e teológicas que a envolvem, discutindo o debate sobre livre-arbítrio e predestinação e a polissemia do conceito de liberdade no pensamento de Agostinho. Por fim, a pesquisa trata da questão da tendência ao mal e da perseverança persistente do desejo do bem na liberdade humana, defendendo a filosofia de Agostinho como uma das mais influentes teorias filosóficas da história. |
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