Comportamento silvicultural de especies e procedencias de Eucalyptus na regiao dos Tabuleiros Costeiros do Estado de Sergipe.

O presente trabalho teve como objetivo analisar e selecionar materiais geneticos de Eucalyptus, em nivel de especies e procedencias, com potencial para reintroducao na regiao dos Tabuleiros Costeiros do Estado de Sergipe, com enfase na formacao de racas locais para servir de base para futuros progra...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: DRUMOND, M. A., OLIVEIRA, V. R. de, CARVALHO FILHO, O. M. de
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:1998
País:Brasil
Institución:Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa)
Repositorio:Repositório Institucional da EMBRAPA (Repository Open Access to Scientific Information from EMBRAPA - Alice)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:www.alice.cnptia.embrapa.br:doc/131927
Acceso en línea:http://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/131927
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Sergipe
Tabuleiro Costeiro
Specie
Espécie
Eucalipto
Eucalyptus Camaldulensis
Eucalyptus Urophylla
Floresta
Teste de Progênie
progeny testing
Descripción
Sumario:O presente trabalho teve como objetivo analisar e selecionar materiais geneticos de Eucalyptus, em nivel de especies e procedencias, com potencial para reintroducao na regiao dos Tabuleiros Costeiros do Estado de Sergipe, com enfase na formacao de racas locais para servir de base para futuros programas de melhoramento e reflorestamento em solos de baixa fertilidade. O experimento foi instalado em maio de 1988, na Fazenda Caueira da Agroindustrial Sergipe - Grupo Votorantim, municipio de Itaporange D'Ajuda-SE, com precipitacao media anual de 1.200 mm. Foram testadas quatro procedencias de Eucalyptus camaldulensis, cinco de E. urophylla, tres de E. pellita e de E. brassiana, duas de E. citriodora e uma de E. tereticornis e E. resinfera, avaliadas aos 12,30 e 96 meses de idade. Os resultados demonstraram variacoes significativas para todos os parametros estudados (altura, diametro a altura do peito-DAP, volume e sobrevivencia). As especies que mais se destacaram com diametros de 12,5, 12,2, 10,5 e 10,2 cm, alturas de 10,8, 10,5, 10,7 e 9,8 m, volumes cilindircos de 292, 230, 200 e 160 m3/ha e sobrevivencias de 92, 86, 98 e 88% , respectivamente.