Batismo e fé, sobre uma relação polêmica: réplica a Marcos Kruse
O batismo pressupõe a fé da pessoa batizanda? Em caso de resposta afirmativa, estaria excluída a possibilidade do batismo de infantes. Mas esta é uma questão secundária. No fundo trata-se de clarear a relação que há entre o agir de Deus, de um lado, e o do ser humano, de outro. Reside aí uma armadil...
| Author: | |
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| Format: | article |
| Status: | Published version |
| Publication Date: | 2013 |
| Country: | Brasil |
| Institution: | Escola Superior de Teologia (EST) |
| Repository: | Estudos Teológicos (Online) |
| Language: | Portuguese |
| OAI Identifier: | oai:www.est.edu.br/periodicos:article/656 |
| Online Access: | http://periodicos.est.edu.br/index.php/estudos_teologicos/article/view/656 |
| Access Level: | Open access |
| Keyword: | Teologia Batismo; Fé; Justificação Teología Bautismo; Fe; Justificación Theology Baptism; Faith; Justification |
| Summary: | O batismo pressupõe a fé da pessoa batizanda? Em caso de resposta afirmativa, estaria excluída a possibilidade do batismo de infantes. Mas esta é uma questão secundária. No fundo trata-se de clarear a relação que há entre o agir de Deus, de um lado, e o do ser humano, de outro. Reside aí uma armadilha teológica: Se é somente a graça que salva, como evitar o determinismo que desincumbe a pessoa de responsabilidade própria? Se, inversamente, for acentuada a necessidade da fé, como fugir do sinergismo que faz da salvação uma obra conjunta de Deus e do ser humano, diminuindo a graça? O presente artigo avalia essa questão fundamental da teologia a partir da relação que há entre o batismo como um agir de Deus e a fé como um fazer humano, buscando um caminho entre os extremos apontados acima. Diz a Bíblia que o ser humano é justificado somente por graça e somente por fé. Como entender este duplo “somente”? |
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