Medicalização da queixa escolar e o uso de psicofármacos como resposta à questões comportamentais

Este artigo apresenta os resultados de pesquisa documental realizada nos arquivos da Assessoria de Psicologia Escolar da Secretaria de Educação do Município de Petrópolis, com a finalidade de investigar o uso de psicofármacos em crianças com queixa escolar. Do total de crianças atendidas, um percent...

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Detalhes bibliográficos
Autores: Silva, Cristiane Moreira da, Rodrigues, Rafael Coelho, Mello, Letícia Nascimento
Formato: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2019
País:Brasil
Recursos:Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ)
Repositorio:Estudos e Pesquisas em Psicologia (Online)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.www.e-publicacoes.uerj.br:article/40446
Acesso em linha:https://www.e-publicacoes.uerj.br/revispsi/article/view/40446
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:queixa escolar
medicalização
escola
Psicologia
Descrição
Resumo:Este artigo apresenta os resultados de pesquisa documental realizada nos arquivos da Assessoria de Psicologia Escolar da Secretaria de Educação do Município de Petrópolis, com a finalidade de investigar o uso de psicofármacos em crianças com queixa escolar. Do total de crianças atendidas, um percentual elevado fazia uso de psicofármacos como resposta aos comportamentos considerados problemáticos pelas escolas. Sendo assim, a pesquisa realizou um levantamento que tornou possível identificar e rastrear a presença de diagnósticos e uso indeterminado de psicofármacos em crianças em decorrência de queixas comportamentais, com o intuito de investigar a possível apropriação das instituições escolares dos discursos medicalizantes e, consequentemente, os diagnósticos e terapêuticas biomédicas para questões escolares.