Caracterização da disponibilidade hídrica na Bacia Hidrográfica do Ivinhema, MS
A Bacia Hidrográfica do Ivinhema, inserida na bacia do Rio Paraná, caracteriza-se como sendo grande produtora de grãos e de carne; no entanto, não tem sido alvo de pesquisas, notadamente em relação ao estudo dos recursos hídricos, o que tem limitado os serviços de assistência técnica nos aspectos re...
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2010 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFGD |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:https://repositorio.ufgd.edu.br/jspui:prefix/298 |
| Acceso en línea: | http://200.129.209.58:8080/handle/prefix/298 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | CNPQ::CIENCIAS AGRARIAS::RECURSOS FLORESTAIS E ENGENHARIA FLORESTAL::CONSERVACAO DA NATUREZA::CONSERVACAO DE BACIAS HIDROGRAFICAS Bacia hidrográfica Ivinhema (Mato Grosso do Sul) Precipitação atmosférica Drainage basin Precipitation |
| Sumario: | A Bacia Hidrográfica do Ivinhema, inserida na bacia do Rio Paraná, caracteriza-se como sendo grande produtora de grãos e de carne; no entanto, não tem sido alvo de pesquisas, notadamente em relação ao estudo dos recursos hídricos, o que tem limitado os serviços de assistência técnica nos aspectos relativos a tomada de decisão, elaboração de projetos e recomendações de sistema de manejo de solo, água e cultura. O conhecimento das vazões média, máxima e mínima de bacias hidrográficas e de suas distribuições temporal e espacial assume papel importante no planejamento regional, principalmente no que se refere a vazão mínima em setores como a geração de energia elétrica e navegação, bem como em projetos setoriais de abastecimento, regularização artificial, outorga de uso da água, qualidade de água dentre outros. Com base nesse enfoque, procedeu-se, no presente trabalho, a caracterização da disponibilidade hídrica na Bacia Hidrográfica do Ivinhema, pertinentes aos dados de precipitação média anual e mensal, vazão média anual, vazão específica média anual, coeficiente de deságue, vazão mínima anual com sete dias de duração e período de retorno de 10 anos (Q7,10) e vazões associadas às permanências de 95% (Q95%) e 90% (Q90%). Os resultados permitiram constatar que: as maiores precipitações na bacia ocorreram nas regiões de cabeceira; o regime de precipitação apresentou oscilação unimodal, sendo o período chuvoso o compreendido entre outubro e março; a vazão específica média de longa duração diminuiu da nascente para a foz na Bacia do Ivinhema, até o limite com a estação Ivinhema; a Sub-bacia do rio Dourados, que representa 28,9% da área de drenagem da Bacia do Ivinhema, apresentou maior contribuição potencial e real para formação da vazão da Bacia do Ivinhema; as áreas de drenagem dos afluentes Dourados e Vacaria, que abrangem 49,5% da área da Bacia do Ivinhema, em relação a estação Ivinhema, contribuíram com 53% da sua vazão, no período de 1976 a 2006; a Sub-bacia do Vacaria apresentou precipitação e vazão específica média inferior à média da Bacia do Ivinhema, representada pela estação Ivinhema; e a espacialização das vazões mínimas ao longo da rede hidrográfica da Bacia do Ivinhema garantiu a continuidade dessas vazões ao longo de toda a rede hidrográfica. |
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