Aspectos tafonômicos das formações Pimenteira (Membro Picos) e Longá, Devoniano Médio e Superior da Bacia do Parnaíba, estado do Piauí, nordeste do Brasil

Desde os primeiros trabalhos desenvolvidos na Formação Pimenteira na segunda metade do século XX, predominavam estudos de cunho geológico e taxonômico, permanecendo incipientes análises de cunho tafonômico para o Devoniano da Bacia do Pranaíba. Até a presente data, análise das assinaturas tafonômico...

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Detalles Bibliográficos
Autor: Rezende, João Marcelo Pais de
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2022
País:Brasil
Institución:Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ)
Repositorio:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UERJ
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:www.bdtd.uerj.br:1/23035
Acceso en línea:http://www.bdtd.uerj.br/handle/1/23035
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Tafonomia
Devoniano
Bacia do Parnaíba
Membro Picos
Formação Longá
Tafonomia - Devoniano - Parnaíba, Rio, Bacia (PI e MA)
Geologia estratigráfica - Devoniano - Parnaíba, Rio, Bacia (PI e MA)
Tafonomy
Devonian
Parnaíba Basin
Picos Member
Longá Formation
CIENCIAS BIOLOGICAS::ECOLOGIA
Descripción
Sumario:Desde os primeiros trabalhos desenvolvidos na Formação Pimenteira na segunda metade do século XX, predominavam estudos de cunho geológico e taxonômico, permanecendo incipientes análises de cunho tafonômico para o Devoniano da Bacia do Pranaíba. Até a presente data, análise das assinaturas tafonômicos dos macrofósseis da Bacia do Parnaíba estavam restritas aos trabalhos desenvolvidos a partir de macroinvertebrados e fragmentos vegetais coletados em quatro afloramentos do Membro Passagem (Oiti, Rio Banguê, BR-316/Km 305 e Barreiro Branco, da Formação Pimenteira), no estado do Piauí. Duas das demais unidades devonianas da Bacia do Parnaíba (Membro Picos da Formação Pimenteira e Formação Longá) enfocadas presente dissertação, por meio da descrição dos atributos tafonômicos de suas concentrações de macroinvertebrados, dão continuidade aos estudos tafonômicos da região. O objetivo da presente dissertação é promover uma análise tafonômica dos afloramentos Riachão, Itainópolis, Sussuapara, Morro Branco de Kegel, Pimenteiras 2, Pimenteiras 3, Picos 2, Picos 3, Mucambo, Capelinha 1, Capelinha 2 e Capelinha 3 (Membro Picos), e Fazenda Barreiras (Formação Longá), integrando os dados tafonômicos aos dados estratigráficos extraídos das cadernetas de campo. A partir da análise de cada afloramento, foram identificados quatro tipos diferentes de concentrações fossilíferas: Autóctones-parautóctones (Riachão, Pimenteiras 2, Fazenda Barreiras), parautóctones (Sussuapara, Picos 2, Picos 3, Mucambo, Pimenteiras 3), parautóctones-alóctones (Itainópolis, Morro branco de Kegel e Capelinha 2), e alóctones (Capelinha 1 e Capelinha 3). O resultado obtido com a análise tafonômica aponta para o predomínio de concentrações fossilíferas parautóctones a alóctones e reforça modelos previamente discutidos na literatura, que corroboram a grande influência fluvial e deltaica em ambientes marinhos rasos.